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domingo,
4 de dezembro de 2016
Atualizado em: 19/11/2016
     
Pequenos Golpes Populares
Fraudes com produtos pirateados

Alavancas: Ganância, Ingenuidade e Escassa Atenção



O problema dos produtos pirateados ou, mais em geral, dos produtos falsificados é antigo ao ponto de ser mencionado já do código de Hammurabi (aproximadamente em 1750 A.C.), onde se falava de fraudes com alimentos falsificados. De lá pra cá o problema não melhorou nada, pelo contrario se alastrou tanto geograficamente (hoje a pirataria é uma pratica criminosa totalmente globalizada) quanto em termos de tipos de produto pirateado. Hoje quase tudo pode ser pirateado: alimentos, remédios, roupas, eletrônicos, música, filmes, acessórios, equipamentos, maquinas, livros, softwares etc...

Uma pesquisa do Instituto IPSOS em 2006 apurou que 42% da população brasileira comprava de forma consciente produtos pirateados.

Além dos prejuízos para o fisco e para as industrias especificas é oportuno evidenciar, mais em geral, os danos econômicos e sociais globais relacionados, por exemplo, ao fato que boa parte dos produtos pirateados serve, comprovadamente, para financiar outros crimes de grave impacto social como o tráfico de entorpecentes e de armas.

Por fim os próprios consumidores são, com certeza, diretamente prejudicados em grande parte dos casos pois, mesmo se existem produtos pirateados que tem nível aceitável de funcionalidade (porém sempre inferior aos originais), existe também um grande número de produtos pirateados que representam verdadeiras fraudes ao consumidor pois não tem funcionalidade alguma ou funcionalidade muito reduzida, muitas vezes ocultada atrás de uma aparência bonita ou confiável. Exemplos clássicos destes casos são vários tipos de produtos eletrônicos (pen drives e memórias acima de todos) e remédios (sobretudo os para disfunção erétil).

Para limitar a exposição ao risco de sofrer fraudes ou, mais em geral, adquirir produtos pirateados é fundamental escolher com atenção o ponto de venda e verificar a procedência do produto.
Lojas estabelecidas, que emitem nota fiscal, dificilmente estarão vendendo produtos pirateados e, mesmo que o façam, serão provavelmente produtos funcionais.
Por outro lado comprar produtos eletrônicos (por exemplo pen-drives) ou remédios de vendedores ambulantes ou semi-ambulantes, significa ter a quase certeza de sofrer uma fraude recebendo um produto que, além de pirateado, provavelmente não funcionará ou terá funcionalidade muito reduzida.
É oportuno mencionar que, muitas vezes, realizar compras pela internet através de sites desconhecidos e sem referências, é o equivalente a comprar de vendedores ambulantes.
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