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domingo,
4 de dezembro de 2016
Atualizado em: 19/11/2016
     
Fraudes no Comércio, C.D.C. e B2B
Medidas e sistemas de prevenção das fraudes ao comércio eletrônico




Existem fundamentalmente duas posturas possíveis e alternativas que podem ser tomadas para enfrentar o problema das fraudes no comércio eletrônico.
Terceirizar a solução do problema, sobretudo da segurança dos meios de pagamento, para empresas especializadas e estruturadas para fazer isso, ou criar uma estrutura de verificação própria com ferramentas e procedimentos sob medida para seu caso.
A primeira solução, que é de mais simples implementação mas tem um custo cobrado por cada transação, é normalmente mais apropriada para pequenas lojas virtuais e para comércios que não tem a internet como seu canal de vendas principal. A segunda, que requer pessoal treinado e especializado além de ferramentas apropriadas, é mais adequada a grandes empreendimentos virtuais ou a empresas de médio/grande porte que querem ter a internet como um canal de vendas importante ou prioritário.

Para terceirizar os problemas relativos a segurança dos meios de pagamento podem ser utilizadas empresas especializadas neste setor que, em geral, trazem um bom nível de segurança na prevenção de fraudes e ainda oferecem o acesso a vários meios de pagamento de forma facilitada e unificada.
Esta empresas cuidam de todo o processo de pagamento. Disponibilizam os meios de pagamento mais avançados e realizam todas as verificações e validações necessárias para limitar o risco de fraudes. Em muitos casos até se responsabilizam pelo êxito do pagamento.
Alguns exemplos de empresas deste tipo (para o Brasil) são os seguintes: No caso a escolha seja de criar uma estrutura de verificação interna, vale levar em conta os seguintes fatores e dicas:
  1. O ponto fundamental diz respeito a validação da efetiva identidade do cliente, e conseqüentemente de seus meios de pagamento. Para tanto podem ser usadas ferramentas e fontes de validação de cadastro. Os dados solicitados no cadastro deverão ser escolhidos cuidadosamente com base nas necessidades do negócio.
  2. O processo, via de regra, não pode ser muito demorado tanto em função do volume de transações quanto em função do custo e por fim da agilidade da aprovação do pedido face ao cliente. Por isso o uso de ferramentas automáticas de scoring ou de detecção de indícios de fraudes é bastante útil e recomendável.
  3. É útil, quando possível, utilizar ferramentas de analise de risco e prevenção de fraudes ou ainda sistemas de scoring automaticos ou não.
  4. Quando possível a validação ativa de dados de cadastro e outras informações através de contato telefônico pode ser muito importante. Por exemplo pedir a data de nascimento e logo em seguida a idade, avaliando o tempo de resposta, é um truque que muitas vezes funciona. Em alternativa um aprofundamento do formulário de cadastro já ajuda.
  5. Em alguns casos, dependendo da situação e dos valores envolvidos, pode ser útil solicitar cópias de determinados documentos ou comprovantes por fax. Uma demora excessiva no envio destes documentos será sinal de forte suspeita.
  6. Vale realizar o traceroute do IP para verificar, quando possível, a localidade de origem da conexão do cliente e comparar com o cadastro informado.
Em caso de suspeita de fraude, ou em alguns casos até de forma sistemática, poderão ser realizadas, entre outras, as seguintes verificações:
  • Validação do nome do cliente em relação ao CPF/CNPJ junto ao site da Receita Federal.
  • Validação de dados do cliente junto a sistemas de proteção ao credito (SPC, Serasa...).
  • Validação do BIN do cartão de credito (que indica qual o banco emissor do mesmo e é representado normalmente entre os primeiros 6 dígitos do número) que pode ser comparado com um campo solicitado no cadastro ou através de perguntas por telefone. Esta validação pode normalmente ser realizada através dos sites das operadoras dos cartões.
Boas ferramentas de prevenção e informação neste setor são oferecidas pelas seguintes empresas: Existem outras medidas de validação e verificação, aplicáveis e úteis na hora da aceitação de um meio de pagamento por via digital. Tais medidas usam, normalmente, fontes de informação preventiva (como as mencionadas acima, entre outras) em conjunto, as vezes, com ações de validação ativa (através de contato direto com o cliente). Empresas especializadas em prevenção a fraudes podem orientar na montagem de tais processos de validação.
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