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sexta-feira,
9 de dezembro de 2016
Atualizado em: 19/11/2016
     
Fraudes em operações "ilícitas" ou suspeitas
Os falsos "doleiros" e seus intermediários

Alavancas: Necessidade



O golpe é conceitualmente muito simples. Um golpista se apresenta como suposto “doleiro” ou intermediário de “casa de cambio” dizendo-se em condições de realizar operações de câmbio de Reais por Dólares ou vice-versa ou ainda transferências de valores pela modalidade “cabo” (ou seja mercado paralelo ilegal) em entrada ou saída do Brasil.
As vítimas mais comuns são empresas com “caixa dois”, empresas de trading, construtoras etc...

Uma vez entregue o dinheiro (no Brasil ou no exterior, em espécie ou através de transferências ou depósitos) para a suposta operação de câmbio, o intermediário ou “doleiro” simplesmente desaparece ou alega problemas, fiscalizações, ações policiais (falsas), bloqueios, desvios etc... para não cumprir o combinado e ficar com o dinheiro.

As eventuais reações da vítima são obviamente dificultadas pelo fato que a mesma estava conduzindo uma operação ilegal (evasão de divisas e/ou, possivelmente, até lavagem de dinheiro) e portanto qualquer denúncia ou ação oficial pode facilmente levar a um envolvimento criminal da própria vítima.

Este tipo de golpe está em forte aumento em função das ações da Polícia Federal que, sobretudo a partir de 2006, derrubaram redes inteiras de doleiros resultando no desaparecimento de operadores tradicionais e conhecidos, e obrigando quem quiser operar com estas modalidades, a confiar em desconhecidos ou supostos novo operadores, com evidentes grandes riscos.
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