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sexta-feira,
9 de dezembro de 2016
Atualizado em: 19/11/2016
     
Fraudes em Seguros e Planos de Saúde
Tipos de fraudes mais comuns por cada Ramo




Neste capítulo resumi alguns dos tipos de fraude mais comuns para cada ramo de seguro. Vale observar que em muitos casos o mesmo tipo de fraude pode ser aplicado em vários ramos de seguro. É ainda oportuno lembrar que as fraudes podem se manifestar tanto no momento da apresentação da proposta de seguro quanto na hora do sinistro ou de sua liquidação.


Automóvel
  • Omitir informação questionada no formulário da seguradora, quando da contratação do seguro.
  • Falsificar apólice de outra seguradora, com a finalidade de receber bonificação indevida.
  • Omitir a existência de outro seguro vigente para o veículo.
  • Permitir a realização de vistoria para contratação do seguro, em veículo diferente ao informado para a seguradora.
  • Omitir ou falsificar boletim de ocorrência, perícia, exame médico decorrente de atendimento de vitima, nota fiscal e recibo.
  • Simular furto onde o veículo foi escondido ou desmontado, pelo próprio ou com o consentimento do responsável.
  • Simular furto onde o veículo foi negociado em desmanche ou em país vizinho, com fronteira com o Brasil, pelo próprio ou com o consentimento do responsável.
  • Simular furto onde o veículo foi apreendido anteriormente por outras irregularidades, com conhecimento do responsável.
  • Omitir a existência do causador do acidente.
  • Assumir indevidamente a responsabilidade pelo acidente, fazendo com que a seguradora, pague os prejuízos ocasionados no veículo do causador.
  • Colidir intencionalmente com a finalidade de obter vantagens com o conserto de danos antigos, ou com o recebimento do valor total do veículo.
  • Substituir peças e componentes em bom estado, por outros danificados, para simular a ocorrência de um acidente.
  • Simular acidentes com a finalidade de justificar danos mecânicos, ocasionados pela falta de manutenção preventiva.
  • Falsa declaração de roubo ou furto.
  • Aumentar os danos após um acidente, beneficiando-se com a substituição de peças e componentes que já estavam avariados ou desgastados devido ao uso ou falta de manutenção preventiva.
  • Aumentar os danos após o acidente, com a finalidade de elevar os prejuízos, para o recebimento do valor total do veículo.
  • Esconder peças e componentes do veículo localizado após o furto/roubo, com a finalidade de substituí-los por outros novos, ou elevar os prejuízos para o recebimento do valor total do veículo.
  • Troca de motorista por não ser habilitado.
  • Troca de motorista por não ser habilitado para a categoria do veículo.
  • Troca do motorista que no momento da ocorrência, não estava em condições hábeis, proibidas para a condução de veículos.
  • Substituir os dados do veículo causador, pelo de outro veículo que possua seguro, com a intenção de proporcionar cobertura indevida.
  • Incluir dados de outro veículo que não estava envolvido no acidente, que possua danos ocasionados em decorrência de outro acidente.

Transportes
  • Contratar seguro para a carga, não informando o valor real das mercadorias a serem transportadas.
  • Contratar o seguro, após a ocorrência de um acidente, furto ou roubo.
  • Omitir ou falsificar boletim de ocorrência, perícia, exame médico decorrente do atendimento a vitima.
  • Desvio da carga com conhecimento do responsável, ou somente com o envolvimento de terceiros contratados para o transporte.
  • Simular furto ou roubo onde a carga foi comercializada antes ou após o embarque, com receptadores que atuam no mercado paralelo ou informal.
  • Simular furto ou roubo da carga, com a finalidade de receber por danos preexistentes ou ocasionados em decorrência de acidente com o veículo transportador, ou na operação de armazenamento e transporte.
  • Simular furto ou roubo da carga, para desfazer-se de produtos fabricados fora da especificação do comprador.
  • Simular furto ou roubo da carga em transito, tendo o evento ocorrido anteriormente, no interior de depósitos.
  • Simular o tombamento da carga ou do veículo transportador, com a finalidade de receber por danos preexistentes ou ocasionados na operação de armazenamento e transporte.
  • Simular o tombamento da carga ou do veículo transportador, com a finalidade de desfazer-se de produtos fabricados fora da especificação do comprador.
  • Reclamar prejuízos indevidos de cargas que não estavam sendo transportadas por veículos transportadores furtados ou roubados, ou que tenham se envolvido em acidentes.
  • Localizar a carga e não comunicar a seguradora, reavendo a carga e recebendo indevidamente a indenização.
  • Agravar os danos, ou proporcionar o desaparecimento de cargas em bom estado que tenham sido localizadas após o furto ou roubo, ou que não tenham sofrido danos em decorrência ao acidente.
  • Troca de motorista por não ser habilitado.
  • Troca de motorista por não ser habilitado para a categoria do veículo transportador.
  • Troca do motorista que no momento da ocorrência, não estava em condições hábeis, proibidas para a condução de veículos.

Saúde
  • Omitir informações na declaração de saúde ou na proposta de seguro.
  • Fornecer informações falsas na declaração de saúde ou na proposta de seguro.
  • Emprestar a Carteira do seguro saúde para que terceiros a usem.
  • Participar ou conivir na divisão de consultas.
  • Alterar procedimentos médicos.
  • Declarar consultas, exames ou procedimentos que não ocorreram.
  • Superfaturar remédios e materiais médicos.

Vida
  • Incluir na relação de segurados, pessoa que seja funcionário, e não possua vinculo com a empresa estipulante (no caso de vida de grupo).
  • Omitir doença preexistente de conhecimento do contratante, quando do preenchimento da declaração pessoal de saúde.
  • Omitir a preexistência de invalidez do contratante.
  • Fornecer informações falsas na proposta para contratação do seguro.
  • Contratar seguro para pessoa com doença terminal.
  • Contratar seguro para pessoa já falecida.
  • Falsificar ou adulterar exame, atestado médico, perícia medica, atestado de óbito, e outros documentos, com a finalidade de omitir a preexistência de doença, ou caracterizar uma invalidez ou o falecimento do contratante.
  • Auto-mutilar propositalmente membros do corpo.
  • Suicídio premeditado.
  • Simular a ocorrência de acidente em membros do corpo que já estava lesionado em decorrência de outra doença de causa natural.
  • Simular a ocorrência de acidente, para o contratante que faleceu em decorrência de causa natural, com a finalidade de receber dupla indenização.
  • Simular o falecimento do contratante, estando o mesmo vivo.

Ramos Elementares
  • Omitir informação questionada no formulário da seguradora, quando da contratação do seguro.
  • Omitir a existência de outro seguro vigente, com as mesmas garantias.
  • Omitir fatos relevantes nas vistorias.
  • Falsificar apólice de outra seguradora, com a finalidade de receber bonificação indevida.
  • Relacionar bens para o seguro, que não estão no imóvel, ou não pertencem mais ao contratante.
  • Omitir a verdadeira causa da ocorrência.
  • Omitir ou falsificar boletim de ocorrência, perícia, nota fiscal ou recibo para reembolso.
  • Simular furto ou roubo de valores dentro ou fora do estabelecimento.
  • Simular furto ou roubo onde os bens foram escondidos ou vendidos pelo próprio responsável, ou com o seu consentimento, com a finalidade de beneficiar-se com a reposição por bens novos ou de qualidade superior.
  • Simular furto ou roubo de bens que foram danificados devido a acidentes ou falta de manutenção preventiva.
  • Ocasionar ou propiciar a ocorrência de incêndio, com a finalidade de reformar ou reconstruir o imóvel.
  • Ocasionar ou propiciar a ocorrência de incêndio, com a finalidade de desfazer-se de bens antigos, danificados, de estoque “encalhado” ou com prazo de validade vencido.
  • Montar outros tipos de sinistros (sinistros intencionais).
  • Reclamar após o furto ou roubo, valores que não foram subtraídos.
  • Reclamar bens que não estavam relacionados na apólice.
  • Reclamar após o furto ou roubo, bens que não foram subtraídos.
  • Reclamar após o incêndio, danos preexistentes do imóvel e dos bens, que não foram afetados pelo incêndio.
  • Reclamar após o incêndio, prejuízos ocasionados em bens, e com a perda de estoques, que já não estavam mais no imóvel.
  • Declarar outros tipos de perdas inexistentes.
  • Aumentar deliberadamente os danos.
  • Adulterar nota fiscal, recibo e outros comprovantes de preexistência ou reposição de bens e estoque.

Fontes: Pesquisas do Autor, Seguradoras, Fenaseg.
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