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segunda-feira,
5 de dezembro de 2016
Atualizado em: 19/11/2016
     
Fraudes em Operações Imobiliárias
A venda de imóvel com documentos forjados




Este é um caso bem mais comum do que se possa imaginar. Acontece com maior frequência em relação a imóveis rurais ou situados em localidades do interior, mas existem casos conhecidos também com imóveis urbanos e em grandes capitais.

Na prática golpistas, muitas vezes com a conivência de funcionários ou donos de Cartórios de Registro de Imóveis, registram em próprio nome terrenos ou outros imóveis (as vezes abandonados, mas não por isso sem proprietário) através de documentos, escrituras, títulos e contratos falsificados. Em muitos casos se trata de imóveis de propriedade do governo (municipal, estadual ou federal), e por isso nem mesmo passíveis de usucapião.

Algumas destas operações, quando envolvem terras, são chamadas de "grilagem" e quem as pratica de "grileiros".

Existem estados e cartórios onde imóveis rurais são registrados apenas com o título de posse, documento insuficiente para legitimar uma propriedade, além de ser muito fácil de falsificar.
Uma vez registrado o imóvel ilegalmente em próprio nome, os golpistas esperam algum tempo e em seguida iniciam as tentativas de venda do mesmo. O objetivo é vender logo, mesmo oferecendo condições vantajosas para quem comprar.
Se conseguirem, de novo, frequentemente, com a conivência de funcionários ou donos de cartórios, desaparecerão imediatamente com o dinheiro recebido a o comprador ficará com uma bomba-relógio nas mãos pois, assim que os falsos documentos forem descobertos, perderá os imóveis adquiridos e poderá até ser envolvido em processos criminais.
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