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02/11/2006 - Cidade Verde Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Anvisa recolhe 4 lotes de Viagra falsificado


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou ontem a apreensão e inutilização, em todo país, de quatro lotes falsificados do medicamento para disfunção erétil Viagra 50 mg, fabricado pelo laboratório Pfizer.

Neste ano, as denúncias de falsificações de medicamentos cresceram nove vezes em relação ao ano passado. Até ontem, a Anvisa havia recebido nove alertas de pelo menos 20 lotes de remédios falsos. Em 2005, foi registrada apenas uma denúncia e, entre 1999 e 2004, foram nove.

Um lote oficial de remédio pode conter de 100 mil a 4 milhões de comprimidos, por exemplo. Nos falsos, nem as autoridades de saúde nem os fabricantes dos remédios fazem idéia da quantidade despejada no mercado.

No mês passado, a Anvisa alertou sobre a falsificação do Cialis 20 mg (Eli Lilly do Brasil Ltda), concorrente do Viagra. Foi determinada a apreensão e inutilização dos lote 05668 e 03655.
As falsificações dos lotes de Viagra foram detectadas pelo próprio fabricante, que comunicou a Anvisa.

Dois dos lotes apreendidos não possuem numeração correspondente aos lotes dos produtos originais.

São eles: 50483009B (caixa com dois comprimidos) e B214832361 (caixa com quatro comprimidos).

Os outros dois lotes em que foi verificada a falsificação são o 60483003A e o 40483005A.

Embalagem

Entre as principais características que podem ser vistas para diferenciar o produto falsificado do original, está a tinta reativa contida na caixa. No original, ao ser friccionada com metal, a tinta revela a palavra "Qualidade Pfizer".

Já a embalagem do medicamento falsificado possui uma tinta branca que escurece com a fricção e se for raspada com mais força é removida.

Drogas para disfunção erétil (Viagra e Cialis) e vacinas contra gripe são até agora as mais visadas pelos falsários.

De acordo com a Anvisa, as denúncias chegam por meio de pacientes, dos laboratórios ou de farmácias que desconfiaram da farsa. O crime de falsificação é considerado hediondo, inafiançável e com pena de 10 a 15 anos de reclusão.

A venda dos produtos falsificados geralmente acontece em barracas de camelôs e feiras-livres, mas é comum os falsificadores procurarem também farmácias de periferia ou no interior dos Estados, que não pertencem às grandes redes.

Até agora, os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Rio de Janeiro foram os que mais notificaram as falsificações de remédios.

Em caso de dúvida ou suspeita sobre o medicamento, o usuário deve fazer a denúncia para o SAC da Pfizer (pelo telefone: 0800-16-7575), para a Anvisa (pelo e-mail inspecao@anvisa.gov.br) ou procurar a Vigilância Sanitária do seu município ou Estado.

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