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07/11/2006 - administradores.com.br / infopessoal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pirataria: peças falsificadas atingem indústria e bolso do consumidor


Dos R$ 43,4 milhões que a indústria de auto-peças movimenta por ano, cerca de 10% é perdido com a pirataria.

Os dados são do Grupo de Manutenção Automotiva, que reúne o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), a Andap (Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças), o Sincopeças-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo) e o Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo ).

Segurança em risco
Mas não é só no bolso das fabricantes que a pirataria pesa. O consumidor que compra peças falsificadas corre o risco de ficar na mão por conta de falhas, já que não tem como reclamar e, para consertar a situação, pode ter de arcar com um gasto muito maior que a economia que teve ao adquirir um produto falso.

Pior que isso, ele coloca sua vida em risco utilizando em seu veículo componentes que não foram produzidos de acordo com padrões de segurança estabelecidos por órgãos responsáveis nem devidamente fiscalizados.

Cuidado com fraudes
Além da consciência de adquirir apenas peças originais, o motorista deve também ter cuidado para não ser enganado por mal-intencionados. Exigir a nota fiscal sempre é uma forma de coibir fraudes e certificar pelo menos o direito de reclamar junto ao fornecedor caso aconteçam.

No caso de ocorrer fraude, vale lembrar que, segundo o Sindipeças, são considerados culpados civil e criminalmente por falsificação todos os envolvidos no processo: fabricante, distribuidor, comerciante e aplicador (que instala a peça pirata), e as penalidades penais vão de multa a até 8 anos.

Pelo Código de Defesa do Consumidor, fornecedores, fabricantes e comerciantes são responsáveis pela reparação de peças com defeito ou vício ao comprador lesado.

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