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02/04/2009 - Gazeta Mercantil / Investnews Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

GAZETA/OPINIÃO: Segurança digital não é uma commodity

Por: Natalia Da Silva Fakhri


O mercado de segurança nos surpreende, tanto pela regularidade, quanto pela prosperidade. Este é um típico mercado do século XXI, atento às inovações que precisam ter atestado de confiabilidade. É verdade que podemos, em algum momento, encontrar uma desaceleração, como se viu na época da bolha da internet. Mas, reforço a vocês: este é um mercado com ainda forte potencial de crescimento.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o mercado de segurança não é, portanto, um mercado que está virando commodity. Isso porque, cada vez mais, as corporações e instituições financeiras continuarão a buscar soluções antifraudes, principalmente, durante a crise, período em que se estima que os hackers e fraudadores devem aumentar os seus ataques às redes. E o preço a ser pago é alto: uma pesquisa do Instituto Ponemon, revela que o custo médio de uma violação de dados para uma corporação é de US$ 6,3 milhões.

Para atender à demanda, que cresce dia a dia, as empresas de tecnologia precisam sempre inovar e oferecer serviços diversificados, indo na contramão da commodity.

De acordo com a Eurosmart, associação internacional responsável, entre outras atribuições, por promover tecnologias de segurança com uso de chip, 4,66 bilhões de cartões com chip serão produzidos em 2009, um aumento de mais de 10% comparado com 2008.

A grande maioria será destinada para o setor de telecomunicações. Para este mercado, as projeções são de 3,6 bilhões de SIM Cards produzidos em 2009, um acréscimo de 12% em relação ao ano passado.

Os SIM cards, cartões inteligentes responsáveis pela segurança do login às redes das operadoras GSM e 3G, também devem crescer no Brasil. Segundo a Frost & Sullivan, eles serão responsáveis por mais de 30% do market share global e das receitas de smart cards em 2011.

Isto deve ocorrer devido a vários fatores, entre eles à migração das operadoras GSM para a tecnologia 3G e a forte concorrência relacionada à portabilidade numérica.

De maneira geral, não só o setor de telecomunicações estará aquecido no Brasil, mas também o de governo, que movimentará bastante o mercado de smart cards. O número de unidades deste tipo de tecnologia deverá, de acordo com estudo da Frost & Sullivan, saltar de 79,6 milhões contabilizados em 2005 para 260,4 milhões em 2011, consolidando o País como um dos principais mercados.

Nos programas de saúde e governo, estima-se um aumento de 14% no volume global, indo de 140 milhões para 160 milhões de cartões inteligentes. Isso ocorrerá porque, em vários países do mundo, governos estão adotando cartões com microprocessadores como documento de identificação tanto no mundo físico quanto no mundo virtual, o que está transformando e modernizando a administração e segurança pública.

Assim, é possível, salvaguardar os cidadãos contra o roubo de identidade, permitindo que eles se identifiquem presencialmente, por telefone ou pela internet, economizando tempo e dinheiro, para realizar transações junto a instituições públicas e privadas, como realizar a declaração de Imposto de Renda, movimentar contas bancárias, tudo com a máxima segurança e comodidade.

Seguindo essa tendência global, o governo federal brasileiro anunciou no ano passado a implantação de um novo modelo de identificação civil, o cartão RIC, a ser implantado gradativamente a partir de março deste ano.

Já no setor bancário e no varejo, haverá um aumento de 15% no volume mundial de cartões com chip, chegando a 700 milhões de smart cards em todo o mundo. No Brasil, as várias fusões de bancos, ocorridas no ano passado, devem aquecer, principalmente, a emissão de novos cartões com chip em 2009.

O crescimento da tecnologia de smart cards pode ser facilmente justificado: ele é uma excelente resposta ao problema dos crimes digitais, pois é um dispositivo seguro e à prova de fraude, que oferece funções criptográficas, algoritmos fortes e o armazenamento de assinatura digital e características biométricas e biográficas para garantir a identidade e autenticidade do usuário que está logando à rede, seja ela a rede de um banco, de uma operadora de telefonia celular ou serviços públicos e privados na internet.

É o Brasil na Era da Modernidade!

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