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28/03/2009 - Jornal Cidade (Rio Claro) Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Clonagem de cartões é um dos principais problemas com bancos

Por: Fabíola Cunha

Lista de ações que o cliente deve tomar para proteger cartão e senha é grande, o banco também pode ser responsabilizado.

É o pesadelo do cliente bancário: ver sua conta, antes recheada com dinheiro oriundo de trabalho duro, vazia. Todos os dias, pessoas descobrem que tiveram o cartão magnético, utilizado no caixa eletrônico, "clonado" e o saldo zerado por golpistas.
Segundo informações da página eletrônica da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a clonagem de cartões "é a cópia da tarja magnética de um cartão legítimo, aplicada em um cartão falso". Além disso, com o cartão clonado, o fraudador precisa conhecer a senha do cliente para realizar as transações.
Recentemente, uma notícia a respeito de clonagem de cartões chamou a atenção nos noticiários: dois sul-africanos e um búlgaro foram presos em São Paulo com nada menos que 1.052 cartões clonados e mais de R$ 370 mil em dinheiro. No momento da prisão eles estavam em uma agência fazendo saques.
Para a Febraban, é preciso seguir as orientações de segurança dadas pelos bancos, mas também é preciso ter em mente que "os bancos são responsáveis pela preservação da integridade, da legitimidade, da confiabilidade, da segurança e do sigilo das transações realizadas nos serviços que oferecem".
Os bancos introduziram novas formas de registrar a senha e identificar o cliente quando ele acessa os terminais de autoatendimento ou internet. Algumas delas são:
- não aceitar a gravação de senhas óbvias (datas de aniversário, nomes, telefones etc.);
- determinar uma quantidade mínima de caracteres (número mínimo de letras e números);
- determinar a gravação de senhas alfanuméricas (letras e números);
- exigir a gravação de senhas diferentes para os caixas automáticos e para a internet;
- fazer identificação positiva do cliente (ou seja, a solicitação prévia de algum dado pessoal);
- exigir a redigitação da senha em cada nova transação;
- usar o teclado virtual;
- utilizar caixas que estejam em locais de grande movimento, de preferência durante o expediente bancário;
- em caso de retenção do cartão, apertar a tecla "anula" e comunicar o fato imediatamente ao banco, utilizando o telefone instalado na cabine, se houver;
- ao pagar compras com débito ou crédito em lojas ou supermercados, por exemplo, acompanhar a operação do atendente, não deixando que o cartão saia de vista. Se for necessária nova emissão, sob alegação de que a impressão não ficou bem decalcada, exigir que o formulário utilizado e o carbono sejam inutilizados;
- se o caixa eletrônico ou equipamento do banco no comércio estiver inoperante, não aceite oferta de estranhos de passar seu cartão em terminal avulso, mesmo que se apresentem como funcionários do banco. Fraudadores têm utilizado esse golpe para clonar (copiar os dados) cartões e obter senhas.

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