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26/03/2009 - Rádio Renascença Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Supervisão normal não detecta todas as situações

Por: Sandra Afonso


O líder do núcleo de supervisão do Banco de Portugal ao BPN diz que foram usados todos os trunfos mas, mesmo assim, houve irregularidades que escaparam.

Na comissão de inquérito à nacionalização do Banco Português de Negócios, José Alvarez admitiu limitações na supervisão, apesar dos rumores que chegaram até si.

“Eu também ouvia rumores sobre o BPN como qualquer cidadão. Por isso mesmo, por estar na inspecção, fiz o trabalho – que considero diligente – no sentido de apurar se havia realmente alguma situação irregular”, disse.

No entanto, este responsável do Banco de Portugal refere que nem todas as denúncias foram apuradas.

“É inviável por cada denúncia, que por cada situação potencialmente irregular que aparece no Banco de Portugal, fazer uma comunicação a todo o sistema financeiro a questioná-la sobre aquela situação em concreto”, referiu.

Ainda assim, Alvarez, que em 2007 passou a coordenar a unidade de supervisão encarregue exclusivamente do BPN, garante que a inspecção ao banco ultrapassou o que era considerado normal.

“O BPN tinha um acompanhamento de perto – quase diria em permanência – que não será aplicável a muitos outros bancos”, acrescentou.

Questionado sobre o que resultou desta inspecção apertada, José Alvarez aponta as exigências sobre capitais próprios, garantindo – por outro lado – que as perguntas não ficavam a meio.

O problema é que nem todas as respostas foram verdadeiras, sobretudo no caso do Banco Insular, o responsável por grande parte das perdas do BPN.

“O Banco Insular é uma situação de fraude, é uma situação de conluio ao mais alto nível. Quando fazíamos as perguntas, as perguntas tinham uma resposta, muitas delas sabemos agora que são falsas”, referiu.

Os deputados quiseram ainda saber se a actual legislação é suficiente para prevenir estas falhas de supervisão, mas ficaram sem resposta.

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