Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

26/03/2009 - Jornal do Comércio Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF apreende R$ 1,5 milhão em escritórios de doleiros


A Polícia Federal apreendeu hoje R$ 1,5 milhão em espécie em escritórios de doleiros no Rio de Janeiro durante a Operação Castelo de Areia, que desarticulou uma quadrilha especializada em crimes financeiros e lavagem de dinheiro.
A operação prendeu dez pessoas, entre elas quatro diretores e duas secretárias da construtora Camargo Corrêa e três doleiros. Segundo a PF, o articulador do esquema também foi preso. Os nomes dos detidos, no entanto, não foram divulgados.
Ao todo, foram expedidos dez mandados - três de prisões temporárias (de um diretor e duas secretárias da construtora) e as demais preventivas - e 16 mandados de busca e apreensão.
"Não é possível fazer um levantamento do montante (de dinheiro do esquema). Qualquer valor seria precipitado. É preciso manter em sigilo esse valor para não cometer nenhuma precipitação, porque parte do dinheiro enviado para o exterior pode ser legal", afirmou José Alberto Iegas, delegado de Combate ao Crime Organizado de São Paulo.
De acordo com a PF, a operação foi deflagrada para desarticular uma suposta quadrilha inserida na construtora. Por meio de nota, a Camargo Corrêa se disse perplexa com a operação e que confia nos funcionários detidos, embora ainda não tenha acesso às informações da PF.
"A Camargo Corrêa vem a público manifestar sua perplexidade diante dos fatos ocorridos hoje (ontem) pela manhã, quando a sua sede em São Paulo foi invadida e isolada pela Polícia Federal, cumprindo mandado da Justiça. Até o momento a empresa não teve acesso ao teor do processo que autoriza essa ação", afirmou a empresa.
Os principais crimes investigados pela Polícia Federal na operação são evasão de divisas, operação de instituição financeira sem a competente autorização, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e fraude a licitações. Somadas, as sentenças por esses crimes podem chegar a 27 anos de prisão.
A Polícia Federal informou que a quadrilha movimentava dinheiro sem origem lícita aparente por meio de empresas de fachada e operações conhecidas como dólar-cabo - sem registro no Banco Central, através de depósito em conta brasileira de doleiros que possuem contas no exterior para transferência ao destino final do dinheiro.
O objetivo era prender funcionários da construtora, além do articulador do esquema criminoso e dos doleiros identificados, segundo comunicado da PF.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 232 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal