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26/03/2009 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

DIG prende estelionatário procurado pela Justiça do Acre

Homem passava-se por advogado e praticava golpes em vários estados.

A delegacia de Investigações Gerais (DIG) prendeu na manhã de ontem em Marília estelionatário procurado pela Justiça do Acre. Com ficha policial de mais de 6 metros de comprimento, Francisco Canuto de Macedo, 58, também era procurado por corrupção de menores.

Natural do Piauí, Macedo tem passagem pela polícia em várias cidades do estado de São Paulo e do Brasil, além de mandado de prisão expedido em 2007, na 4ª Vara Criminal de Rio Branco, capital acreana.

Ele é investigado ainda na capital paulista, Ribeirão Preto, São Miguel Paulista, Mogi das Cruzes e Guarulhos. Os crimes variam entre estelionato, apropriação indébita e furto.

Em Cascavel (PR), cidade onde esteve por três meses antes de vir para Marília, Macedo também é investigado por estelionato. Apenas em dois golpes praticados no Acre o prejuízo às vítimas chega a R$ 45 mil.

O delegado titular da DIG e responsável pelo caso, Ricardo Martines, disse que por volta das 10h de ontem, foi até um hotel, na avenida República, onde Macedo estava hospedado há três meses, após denúncias de grande movimento de adolescentes no local.

Na DIG, após consultas o homem foi identificado como procurado pela Justiça do Acre por estelionato e corrupção de menores. Na capital Rio Branco ele teria causado um prejuízo de R$ 45 mil em 2005, somados os golpes em um padre da igreja católica e passando-se por advogado para liberar dois jovens presos.

Dizendo-se advogado e empresário no ramo de hotelaria, o golpista fez amizade com o pároco da igreja São Sebastião, uma das maiores da capital acreana, Raimundo de Oliveira Lopes. Sob promessa que doaria R$ 100 mil à paróquia, Macedo conseguiu um empréstimo de R$ 30 mil do vigário, sendo parte do dinheiro, do patrimônio da igreja e o restante, fruto de economias do padre.

No segundo caso do qual é acusado, passando-se por advogado, Macedo teria pedido R$ 15 mil a uma pessoa para liberar dois jovens da prisão.

No hotel em Marília, foram encontrados vários recibos da cidade de Cascavel- PR. Em contato com a polícia local, o delegado Ricardo Martines descobriu que naquele estado o estelionatário também é investigado.

“São notas de compra de ternos, confecção de calças, entre outros produtos, todas assinadas como Dr. Macedo”, disse o delegado. Francisco Canuto de Macedo foi encaminhado á cadeia pública de Garça e está à disposição da Justiça do Acre.

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