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25/03/2009 - Guia Digital / Consumidor RS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

O golpe do emprego fácil

Por: Gabriel penna


Saiba como se proteger das empresas que exploram a onda de demissões vendendo falsas oportunidades de trabalho. Levantar a cabeça depois de perder o emprego e reunir forças para buscar uma recolocação no mercado não é tarefa fácil. Mas esse momento pode se tornar ainda mais desgastante se o profissional não se proteger contra as investidas de empresas inescrupulosas. Desde 2003, a você s/a denuncia a ação de consultorias de recolocação que oferecem supostas vagas de trabalho para tirar dinheiro de quem está desempregado ou procura alternativas de carreira. Nos últimos meses, a clientela potencial dessas empresas aumentou com os inúmeros cortes promovidos em empresas. “Elas se aproveitam desse momento de fragilidade do profissional para fazer falsas promessas e omitir informações”, diz a promotora Adriana Borghi, do Ministério Público (MP) de São Paulo.

Desde 2004, o MP já ajuizou cinco ações contra consultorias de recolocação, duas delas no ano passado, e ainda investiga outras dez, denunciadas por consumidores. Só em 2008, o Procon de São Paulo recebeu 147 reclamações, um sinal de que os golpistas continuam em atividade. As histórias das vítimas, em geral, são bem parecidas. “O golpe se dá no discurso. Muita gente assina um contrato sem verificar se o que foi prometido está no papel”, diz Márcia Cristina Oliveira, do Procon.

Atenção: Não repasse informações pessoais nem assine um contrato sem procurar denúncias na internet, no Procon e no MP.

O paulistano Cyro Colombo Júnior, de 52 anos, hoje gerente comercial de uma rede de franquias em Bariri, no interior de São Paulo, foi sondado por uma consultoria em fevereiro do ano passado. Com a promessa de ser contratado por uma multinacional em Campinas, ele foi até a empresa, fez testes psicológicos, recebeu uma apostila e pagou 3 000 reais. Depois da entrevista, ligou várias vezes para a empresa para tentar se informar. “Eles garantiram que eu seria chamado em três dias, mas nunca me deram qualquer retorno”, diz

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