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24/03/2009 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-representante da Queiroz Motos será julgado por estelionato

O juiz Gabriel da Silveira Mattos, responsável pela 1ª Vara Cível e Criminal de Nova Mutum (250 km ao Norte de Cuiabá), julgará, nos próximos dias, a denúncia formalizada no relatório final do inquérito aberto pela Polícia Civil contra o acusado de estelionato Daniel Barosi, 31.

Ex-representante comercial da empresa Queiroz Motos na cidade, Barosi foi preso em Londrina (PR) e encaminhado para Mutum, no início do mês de fevereiro.

Apontado como autor de vários golpes na cidade, Barosi encontra-se preso na cadeia pública do município, onde aguardará julgamento, que, segundo informações obtidas junto à Comarca de Nova Mutum, ainda não tem uma data definida. O processo foi encaminhado ao juiz Gabriel da Silveira no dia 17 (terça-feira) e será julgado após os trâmites legais.

O delegado Delson Moura Lopes, que presidiu o inquérito que apurou os golpes aplicados pelo estelionatário Daniel Barosi, informou que durante as investigações, ficou configurado somente a prática de estelionato. "Concluímos no inquérito o estelionato, porém as acusações de formação de quadrilha não foram configuradas nas investigações", disse o delegado.

Segundo Delson Lopes, durante todo processo de investigação do caso, foram identificados nove vítimas do estelionatário, ambas de pequeno porte de valores. Ele ainda informou que, no relatório final, foram apresentadas denúncias contra Barosi por aplicar os golpes, ao comprar veículos com cheques sem fundos. "Todas as denúncias foram incluídas no processo", destacou.

Entretanto, informações extra-oficiais apontam que o maior volume em valores dos golpes aplicado por Daniel Barosi foi contra familiares de sua ex-esposa. Ele teria emprestado o nome desses familiares para obtenção de empréstimos juntos a instituições financeiras, com a promessa de quitá-las, porém se tratava de mais um dos golpes do estelionatário.

Com essa artimanha, Barosi, utilizando nomes de terceiros, teria feito três empréstimos - Banco do Brasil, HSBC e Sicredi - no valor total de R$ 340 mil. A dívida ficou para os familiares de sua ex-esposa.

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