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18/03/2009 - Campo Grande News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dois são presos por venda ilegal de área privada

Por: Aline Queiroz e Danúbia Burema


Policiais militares prenderam hoje dois suspeitos de integrar um esquema de venda ilegal de lotes de área privada no cruzamento das Ruas Marluce e Lindóia, na Vila Marli, em Campo Grande. O mentor das ações conseguiu escapar e deverá ser investigado.

No dia 31 de janeiro deste ano, o Campo Grande News revelou o esquema, na área que já pertenceu a uma imobiliária falida. No terreno, dividido em 300 lotes, o ritmo de obra era constante para levantar pequenas casas em alvenaria.

Um moradores, que pediu para não ser identificado, contou que pagou R$ 300 pelo lote 12X30.

Em operação feita por policiais do 9º BPM (Batalhão da Polícia Militar) e o serviço reservado do mesmo grupamento, Ivan Divino Nogueira, 63 anos, e José Adão Morais Lopes foram presos. Eles são apontados como “corretores”, que agenciavam os lotes da propriedade sem qualquer autorização do dono.

Segundo os policiais, ontem o proprietário do terreno, cujo nome será preservado, foi ao local e avisou a Nogueira que não mais vendesse os lotes porque ele era o dono. No entanto, hoje pela manhã, ele insistiu na ação e foi capturado na área.

A partir da prisão de Nogueira, a Polícia conseguiu chegar a Lopes, preso em uma madeireira perto do terreno, de onde fazia parte dos “negócios”.

Os policiais apuraram que Nogueira recebia R$ 675,00 por lote vendido. Ele encontrava as pessoas que tinham interesse em adquirir terras e levava a uma residência na Rua Alfredo Nobel, onde o acordo era firmado.

Conforme a Polícia, o morador desta casa conseguiu escapar à prisão. Os policiais chegaram a marcar encontro com ele, por meio do telefone de Lopes, porém, ele já estava desconfiado e não revelou o lugar onde estava.

Os dois presos informaram à Polícia que em outra casa na mesma rua havia outra pessoa que tinha um mapa com a área loteada. No entanto, no local não foi encontrado o referido documento e, por este motivo, o suposto corretor de imóveis foi encaminhado como testemunha ao 2º DP (Distrito Policial) da Capital, onde todos prestam depoimento.

A PM acredita que se trate de um caso de estelionato e que será investigado se existe participação de outras pessoas na ação.

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