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11/03/2009 - SRZD Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil estoura depósito de bebidas falsificadas em Mesquita, na Baixada


Três homens foram presos durante operação desencadeada por policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) para desarticular uma quadrilha que falsificava bebidas. Marcelo Rodrigues de Oliveira, de 35 anos, Elizangela Santos de Albuquerque, de 28 anos, e Francisco Carlos Mafra da Silva, de 54 anos, foram localizados pela Polícia no local. Já o bandidos Carlos Henrique Rodrigues Mafra da Silva, de 28 anos, outro integrante do bando, não foi encontrado no local.

Na fábrica clandestina foram apreendidas garrafas já envasadas, rotuladas como whisky Red Label, Black Label e o licor Amarula. Os agentes também encontraram garrafas vazias que seriam usadas para colocar as bebidas falsificadas. No local, ainda foram encontrados equipamentos usados pela quadrilha para produzir as bebidas. De acordo com as investigações, os produtos eram produzidos a partir de misturas de bebidas de qualidade e preço inferior e depois de engarrafadas e rotuladas como se fossem de marcas importadas de maior valor comercial. O licor Amarula, por exemplo, era falsificado com leite condensado, chocolate e um conhaque nacional e, depois de misturado em um liquidificador, era colocado em garrafas reaproveitadas para ser comercializado.

Na residência dos presos, na Rua Bicuiba, 239, em Mesquita, na Baixada Fluminense, funcionava uma fábrica clandestina com equipamentos usados para fabricar e envasar, de forma artesanal, os produtos falsificados. Os quatro foram autuados por falsificação de bebidas. Marcelo não pagou a fiança arbitrada de 6 mil reais, e foi encaminhado para Polinter, já Elizangela e Francisco Carlos, pagaram 2 mil reais, cada, e irão responder pelo crime em liberdade. Caso a perícia comprove que as bebidas produzidas são nocivas à saúde, eles responderão por crime contra a saúde pública que prevê pena de quatro a oito anos de reclusão.

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