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11/03/2009 - Hoje Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Designer preso por falsificar diplomas

Por: Patrícia Santana


O designer gráfico e técnico de informática Jean Martins Franco, 34, foi preso em flagrante acusado de falsificar e vender diplomas de curso superior e de ensino médio. A prisão aconteceu na manhã de segunda-feira, 9, em Trindade, na casa do designer, onde a polícia encontrou mais de 50 certificados de conclusão de ensino do 2º grau e dezenas de cursos superiores da Universidade Federal de Goiás (UFG), entre os quais Medicina, Pedagogia e Direito. Na delegacia, Jean admitiu que falsificava documentos há mais de dois anos.

Além dos certificados, foram encontrados na casa também uma carteira falsificada de agente de proteção do Juizado da Infância e Juventude, vários atestados médicos e uma lista de supostos clientes. “Além dos documentos para terceiros, Jean usava também documentos pessoais falsos com o nome de Gean Sanmartinni de Oliveira há dois anos”, diz a delegada de Trindade, Silvana Nunes Ferreira.

O designer assumiu os crimes e não resistiu à prisão, segundo a delegada. Junto aos documentos foi apreendido também um laptop com programas especiais para produção e confecção de artes gráficas de alta qualidade. “As pessoas me procuravam para fazer certificados para comprovar escolaridade em concursos públicos, aí eu comecei a fazer cada vez mais. Mas os de curso superior eu fazia menos, um a cada três meses, em média”, assume Jean.

Ele explicou ainda como fez para conseguir documentos oficiais em outro nome. “Falsifiquei uma certidão de nascimento, a envelheci, e dei entrada na carteira de identidade, CPF, título de eleitor e carteira trabalho, só fiz isso para conseguir emprego, nunca comprei nada nesse nome falso”, explica.

Para chegar até Jean, uma investigação estava sendo feita desde novembro de 2008, e de acordo com a delegada, vários fatores levavam a crer que o responsável pelas falsificações fosse Jean, levando em consideração que ele foi agente de proteção do juizado em 2006 e tinha total acesso a informações e programas do juizado, o que facilitou a ação e produção dos documentos, que segundo ele, eram impressos na casa de amigos ou na própria empresa onde trabalhava como designer gráfico de criação de roupas.

Jean deve ser indiciado por falsificação de documento e por uso de documento falso, crimes pelos quais pode ser condenado a até 12 anos de prisão.

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