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11/03/2009 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PM acha rol de documentos falsos


Ao investigar o furto de uma bolsa, policiais militares da Base Comunitária do Bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, descobriram uma verdadeira fábrica de documentos falsos. Eles apreenderam dezenas de documentos falsos, sendo muitas carteiras de identidade com fotos idênticas e nomes diferentes. O que chamou a atenção dos policiais foram 26 folhas de certidão de nascimento em branco. No local, os PMs também prenderam em flagrante João Dias Pereira, de 50 anos.

Os policiais suspeitam que os documentos seriam usados para a aplicação de golpes. Além dos RGs, foram apreendidos holerites, carteira de trabalho e comprovantes de residência suspeitos de serem falsos. Com todo esse aparato, o esquema certamente está relacionado a compras no comércio local.

“Com uma certidão em branco, é possível criar uma pessoa. A partir daí, fazer uma carteira de identidade, CPF e abrir conta bancária. Para aplicar golpes no comércio é um passo. Com certeza, a utilização desses documentos é para alguma ação criminosa”, assegurou o comandante do 4º Batalhão, major Helder Taborelli.

João Dias negou ter falsificado documentos. Alegou não saber de onde os policiais conseguiram tantos documentos em seu nome. ”Não sei de nada”, frisou. Na casa, foi apreendido também um passaporte que será periciado para saber se é falso ou verdadeiro.

Os policiais chegaram por acaso até a “indústria” de documentos. Inicialmente, investigavam o furto de uma bolsa surripiada de uma casa no bairro. Os policiais chegaram até um adolescente que foi detido no Bairro da Manga. Ele apontou onde vendeu os documentos e talão de cheques da vítima. O local apontado era a república pertencente a Astral Pereira, localizada na Alameda Júlio Müller.

Ao revistar alguns quartos, chegaram até João Dias e localizaram os documentos falsos. Uma das suspeitas levantadas pelos policiais é a de que, além confeccionar os documentos, ele os venderia sob encomenda. “Com certeza, alguém que chegasse no quarto poderia encomendar qualquer documento”, observou.

Segundo o adolescente, essa não é a primeira vez que ele revende cheques para Astral, também levado para a Delegacia do Complexo do Parque do Lago, sob acusação de receptação. Austral nega ter comprado os cheques.

Com a prisão de João Dias, os policiais da Delegacia do Parque do Lago acreditam que aparecerão outras vítimas do golpe aplicado pelo estelionatário. “Com certeza, se houver vítimas, elas irão procurar a Polícia”, disse um policial plantonista. (AR)

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