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09/03/2009 - O Estado de Minas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF apura fraude no programa Farmácia Popular

Por: Thiago Herdy


Duas pessoas foram detidas na madrugada de domingo suspeitas de participar de um esquema de fraude ao programa Farmácia Popular, do governo federal. Elas representavam duas drogarias conveniadas ao programa e são acusadas de usar a iniciativa para causar prejuízos aos cofres públicos. Paulo Lopes da Silva, de 24 anos, e Júnio César Ribeiro, de 21, estavam com 169 caixas de medicamentos que seriam entregues, de graça, a moradores de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para receber o remédio, sem qualquer assistência farmacêutica, bastava os consumidores apresentarem receita médica e o CPF aos supostos fraudadores. Por ser programa da União, a Polícia Federal vai investigar o caso.

O remédio era entregue de graça, em casa, contrariando as normas do programa. Uma delas determina que, para comprar anticoncepcionais, remédios para hipertensão e diabetes com até 90% de desconto, os consumidores devem assinar a nota fiscal no balcão da farmácia. O Ministério da Saúde reembolsa os estabelecimentos no mesmo valor do desconto dado aos clientes.

Segundo a polícia, Paulo e Júnio disseram receber R$ 0,80 da Farmácia Luz do Céu Ltda. e da Granfarma por medicamento entregue na casa de pacientes. A polícia acredita que esta foi uma forma encontrada pelas empresas para ganhar mercado e mais dinheiro. “Eles disseram que o dono de uma das farmácias lhes entrega o medicamento e uma lista com os endereços dos consumidores. Ambos ainda se apresentam como representantes do governo federal, o que é ainda mais grave”, disse o sargento Marcelo Moreira, da 215ª Companha Especial da Polícia Militar.

Nomes de intermediários da negociação entre farmácias e clientes foram citados pelos detidos em depoimento prestado à Polícia Federal, onde a ocorrência foi encerrada. A partir desta segunda-feira, a corporação fica responsável pela investigação do episódio. Além das caixas de remédio, a polícia apreendeu com a dupla quase 200 notas fiscais. Depois de prestar depoimento, Paulo e Júnio foram liberados.

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