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06/03/2009 - Região de Leiria Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeito de burla milionária detido no Brasil

Por: Marina Guerra


O indivíduo de 41 anos, suspeito do crime de burla qualificada, num valor superior a um milhão de euros, ao Grupo Beatriz Godinho, que se encontrava fugido, foi detido na passada sexta-feira, dia 27 de Fevereiro, no Brasil.
O paradeiro do suspeito era do conhecimento do Departamento de Investigação Criminal de Leiria da Polícia Judiciária (PJ) poucos dias depois do início da investigação, mas só agora foi possível localiza-lo e encetar diligências para o deter. “Passado alguns dias, a PJ tinha a indicação que ele estava no Brasil”, disse fonte da PJ ao nosso jornal.
O indivíduo, juntamente com a sua companheira, apresentou-se ao grupo farmacêutico como “médico indigitado pela ONU, com capacidade de tratar de negócios no estrangeiro”, nomeadamente na República Dominicana, e conseguiu que os lesados lhe entregassem uma elevada quantia em dinheiro, no espaço de dois meses.
Posteriormente, Joaquim F. colocou-se em fuga e foi detido na última semana, no interior de um hotel em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.
Segundo informação avançada em comunicado da PJ, o indivíduo tinha como objectivo “presumivelmente conseguir documentos de identificação falsa”, de forma a evitar a sua localização. Foi através da utilização dos documentos de identificação pessoal que foi possível localizá-lo, revelou um responsável da PJ.
A detenção do indivíduo decorreu no âmbito de uma operação conjunta com dois elementos de Leiria da PJ, a Polícia Federal brasileira e representantes da Interpol.
O suspeito encontra-se, actualmente, na penitenciária Nélson Hungria, em Belo Horizonte, Brasil, onde aguarda a conclusão do processo de extradição para Portugal, a fim de ser presente às autoridades judiciárias. A extradição deverá ocorrer, no mínimo, dentro de um mês, assim que se confirme a legalidade dos requisitos, informou um responsável da PJ.
Quanto à companheira de Joaquim F., em prisão preventiva desde Outubro passado, o Ministério Público pronunciou-se sobre a sua acusação nos crimes de falsificação de documento e burla qualificada, no valor de 2,1 milhões de euros.
A detenção de Joaquim F. foi referida em vários órgão de comunicação social brasileiros (O Tempo, Globo Minas e G1), contudo, identificaram-no como um cidadão angolano, para o qual existia um mandado de busca e prisão internacional. O suspeito tem, no entanto, nacionalidade portuguesa, apesar de ter nascido em Angola.

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