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03/03/2009 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quatro depoimentos no inquérito que investiga fraudes em receitas e atestados

Por: Cristiane Lima


Mais quatro pessoas foram ouvidas ontem no inquérito que investiga fraudes em receitas e atestados médicos em Goiás. O nome de seis médicos constam na lista de investigação da Polícia Civil e dois deles já foram ouvidos. Três são suspeitos de envolvimento direto com o tráfico e outros três tiveram atestados com seus nomes falsificados. O ex-assistente de farmácia Washington Costa Prata, 23, e Getúlio Cardoso de Souza, 34, continuam presos. Eles são suspeitos de fazer misturas de remédios controlados com pasta-base de cocaína, para fabricação de crack.
O caso segue sob os cuidados do titular do 22° Distrito Policial de Goiânia, Waldir Soares. Com os dois presos foram apreendidos, no dia 19 do mês passado, dois carimbos de médicos e uma lista de 30 nomes de compradores da droga. Uma receita encontrada na casa de Washington tinha como paciente C.B.S.
Ela prestou depoimento ontem e disse que apenas cedeu o nome para que os suspeitos comprassem o medicamento tranquilizante Bromazepan. Disse não saber qual seria o fim do medicamento. A suspeita de fraude foi levantada depois que o medicamento foi aviado em receita comum, sendo que, no caso desse remédio, o pedido deveria ser em receita azul, para medicamentos controlados.
Atestados
O delegado investiga a compra e venda de atestados médicos. Um dos casos investigados foi de um policial militar que apresentou um documento falso por faltas. Uma funcionária de empresa particular também apresentou atestado médico suspeito como justificativa de falta ao trabalho. Além do comércio de atestados, o delegado investiga a participação ou a facilitação do fornecimento de medicamentos controlados por farmacêuticos aos traficantes.
Presidente do Conselho Regional de Farmácia, Nara Luiza de Oliveira, também foi ouvida na delegacia ontem. Ela diz que não há como o farmacêutico saber se a receita é verdadeira ou não. “O que precisávamos era de um sistema eletrônico que pudesse permitir trabalho conjunto dos conselhos de Medicina e Farmácia”.
Titular da Delegacia do Consumidor, Edemundo Dias diz que casos de fraudes em receitas médicas são comuns na especializada.

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