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01/03/2009 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cuidado com mensagens enviadas em Power Point

Por: Adilson Camargo


Sabe aquelas mensagens que chegam no formato “pps” (Power Point), que os textos vão mudando conforme mudam também as ilustrações e que o destinatário leva um certo tempo para lê-los? Pois então, o que parece inofensivo, em alguns casos não passa de uma artimanha para furtar informações registradas no computador.

É isso mesmo. Os vírus não se escondem apenas atrás das extensões “exe”, como muitos imaginam. Eles também estão nas aparentemente inocentes mensagens quadro a quadro que chegam não sabe-se de onde nem como, com imagens de lugares bonitos, de animais, de flores, etc.

Enquanto você lê as mensagens e admira as imagens, um vírus se aloja em seu computador e tudo o que você digitar depois daquela sublime exibição será captado pelo remetente, inclusive as senhas que, porventura, venham a ser utilizadas para entrar no site de algum banco, por exemplo.

E não pense que um bom programa antivírus conseguirá impedir a ação criminosa da mensagem. É um grande engano. Isso porque os vírus inseridos nas mensagens em formato “pps” receberam uma roupagem diferente que não é detectada como nociva pelos antivírus. A recomendação é básica. Não abra se não conhecer a origem da mensagem.

Outra armadilha comum para aqueles que utilizam e-mails com freqüência são as propostas para limpar o nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). O advogado e especialista em crimes virtuais José Antônio Milagre foi um dos “contemplados” com essa proposta recentemente. Do outro lado da linha, uma mulher dizia que trabalhava no SPC e tinha acesso ao banco de dados e poderia “limpar” o nome do advogado em 48 horas mediante o pagamento antecipado de R$ 150,00.

Ciente de que se tratava de um golpe, pediu garantias e informações pessoais da atendente, coisas que foram negadas a Milagre. Segundo ele, como não estava conseguindo convencer o advogado a aceitar o “serviço”, a mulher chegou a propor que fosse paga metade da quantia antecipadamente e a outra metade quando o nome estivesse limpo. É melhor metade do que nada.

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