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27/02/2009 - UOL Notícias / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Apresentadas acusações contra executiva de banco que cometeu fraude nos EUA


Laura Pendergest-Holt, investidora-chefe do banco Stanford Financial Group - do magnata texano Robert Allen Stanford -, compareceu nesta sexta-feira a um tribunal, sob acusação de obstrução à justiça, o primeiro caso penal vinculado à suposta fraude cometida pelo grupo financeiro.

Laura foi detida ontem em Houston (Texas) por supostamente mentir aos investigadores da Comissão da Bolsa de Valores (SEC, na sigla em inglês) em duas reuniões este mês, informou o FBI (polícia federal americana) em comunicado.

A executiva passou a noite na prisão e hoje comparecerá perante a juíza Mary Milloy.

Stanford, por sua vez, está em liberdade, embora tenha que entregar seu passaporte ao FBI.

A SEC acusa Stanford, Laura e o diretor financeiro do banco, James Davis, de fraudar milhares de investidores com a venda de certificados de depósito no valor de US$ 8 bilhões com uma rentabilidade impossível.

Prometiam, por exemplo, juros de 10% anual em dólares por depósitos a cinco anos, segundo o documento apresentado pelo FBI contra Laura.

Esse documento revela também que um executivo do banco - que não é identificado - pegou um empréstimo de US$ 1,6 bilhão da base de capital da entidade.

Laura não informou à SEC dessa operação, que a agência conhece graças à cooperação de três funcionários do banco, cuja identidade também não é divulgada no documento.

A executiva é a primeira que enfrenta acusações penais, já que o processo contra os outros dois acusados é de caráter civil.

Segundo o FBI, Laura se reuniu em Miami no começo de fevereiro com executivos do banco para preparar sua entrevista à Comissão, mas sob juramento negou aos investigadores ter se encontrado com alguém além de seu advogado para estar preparada para a reunião.

Laura, formada em matemática, entrou no Grupo Financeiro Stanford em 1997 como analista e foi sendo promovida até ser a chefe de investimento, apesar do pouco conhecimento que supostamente diz ter de em que colocava o dinheiro do banco.

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