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26/02/2009 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Medida simples corta a corrupção pela metade

Por: Fábio Campos


Imprimir Corrigir A imprensa tem noticiado que Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) vai agora reafirmar na tribuna do Senado o que disse à Veja há duas semanas. Caso mantenha e aprofunde a fala, o senador prestará um grande serviço ao País. Não esperemos a citação de nomes. Esperemos a denúncia de práticas criminosas. Linhas de atuação que façam a corrupção viscejar. Aquelas que já desconfiamos e que costumam ser relatadas nos jornais como suspeitas. Com Jarbas Vasconcelos como centro-avante, a coisa ganha outro peso. Segundo o jornalista Josias de Souza (josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br), o senador pretende analisar o gosto dos nossos partidos por, por exemplo, diretorias financeiras de empresas estatais. “Qual é a justificativa racional para que um partido como o PMDB reivindique o comando e diretorias financeiras de uma estatal como Furnas?”, pergunta Jarbas. Sim, qual a explicação? Esse é o ponto. Em nome de uma tal de governabilidade, a nossa política gerou um monstrengo. Os governantes se renderam a esse jogo. Foi dessa forma que se deu nos últimos governos. O tucano e o petista. E como se livrar disso? Jogar os holofotes nesse comportamento é um bom começo. Metade dos problemas acabaria se o cargo técnico fosse privativo do servidor concursado.

UM MOVIMENTO CONTRA DADOS VICIADOS
A expectativa é que mais políticos de respeito passem a engrossar a fila. Já há um movimento nesse sentido. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) estão fazendo coro com o pernambucano. Algum cearense se habilita? Seria muito bom ver o deputado Ciro Gomes (PSB) numa posição crítica em relação a certos acontecimentos. Vamos lá, essas pessoas têm voz e suas falas são multiplicadas pela imprensa. Quando falam, é o tipo da atitude que só provoca conseqüências benéficas. O jogo está viciado. Os dados e as cartas estão viciados. O caso do PMDB é clássico porque a sigla se especializou em ficar no poder mesmo que o candidato que apoiou perca a eleição. Romero Jucá, Renan Calheiros e Gedel Vieira Lima, próceres do PMDB, costumavam ficar no gargarejo dos shows tucanos. Hoje, é gente de confiança do Governo petista. Se amanhã houver um tucano no Planalto, os mesmos estarão lá. Essa atitude só nos leva a um pensamento: o PMDB encara a política como um negócio e o negócio do PMDB é o Estado. Detalhe: dois políticos citados no tópico como referências respeitáveis pertencem ao PMDB. Parece contraditório. E é.

VAMOS FAZER UM PAC COM A DILMA?
Genial a leitura popular da ascensão de Dilma Roussef contida no cordel “Um PAC com Dilma”, assinado por Miguelzim de Princesa, direto do Cariri. Leiam: “I- Quando vi Dilma Roussef/ Sair na televisão/ Com o rosto renovado/ Após uma operação/ Senti que o poder transforma: Avestruz vira pavão. II- De repente ela virou/ Namorada do Brasil: Os políticos, quando a vêem/ Começam a soltar psiu/ Pensando em 2010/ E nos bilhões que ela pariu. III- A mulher, que era emburrada/ Anda agora sorridente/ Acenando para o povo/ Alegre, mostrando o dente/ E os baba-ovos gritando: É Dilma pra presidente! IV- Mas eu sei que o olho grande/ É na montanha de bilhões/ Que Lula botou no PAC/ Pensando nas eleições/ E mandou Dilma gastar/ Sobretudo nos grotões. V- Senadores garanhões/ Sedutores de donzelas/ E deputados gulosos/ Caçadores de gazelas/ Enjoaram das modelos/ Só querem casar com ela. VI- Eu também quero uma lasquinha/ Uma filepa de poder/ Quero olhar nos olhos dela/ E, ternamente, dizer/ Que mais bonita que ela/ Mulher nenhuma há de ser. VII- Eu já vi um deputado/ Dizendo no Cariri/ Que Dilma é linda e charmosa/ Igual não existe aqui/ E é capaz de ser mais bela/ Que Angelina Jolie. VIII- Dilma pisa devagar/ Com seu jeito angelical/ Nunca deu grito em ninguém/ Nem fez assédio moral/ Ou correu atrás de gente/ Com um pedaço de pau. IX- Dilma superpoderosa: 8 bilhões pra gastar/ Do jeito que ela quiser/ Da forma que ela mandar/ Sem contar com o milhão/ Do cofre do Adhemar. X- Estou com ela e não abro: Viro abridor de cancela/ Topo matar jararaca/ Apagar fogo na goela/ Para no ano vindouro/ Fazer um PAC com ela”.

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