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20/02/2009 - G1 / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Madoff não ordenou compras de ações nos últimos 13 anos, diz administrador


Nova York, 20 fev (EFE).- O financista americano Bernard Madoff, acusado de orquestrar uma das maiores fraudes da história, não emitiu ordens de compra de ações durante pelo menos os últimos 13 anos, segundo o administrador encarregado da liquidação de seus ativos.

Em reunião com clientes de Madoff organizada hoje em Nova York, o advogado Irving Picard, administrador legal dos bens do financista, detalhou que as investigações realizadas estão permitindo começar a entender como ele atuou nos últimos anos de atividade, até que foi detido em dezembro do ano passado.

Segundo as autoridades, Madoff confessou então ter montando uma gigantesca estrutura piramidal para captar capital de novos investidores que lhe permitia ir pagando as elevadas rentabilidades que prometia a seus clientes, aos quais assegurava estar realizando investimentos inteligentes em bolsa.

Apesar do que prometia, a equipe que trabalha com Picard assegurou hoje não ter encontrado indícios de que Madoff tenha ordenado compras de ações em nome de seus clientes durante pelo menos os últimos 13 anos.

O próprio Madoff cifrou a quantia da fraude em US$ 50 bilhões, por isso que as autoridades tentam agora liquidar todos os ativos vinculados ao financeiro, que permanece sob prisão domiciliar à espera de ser julgado, para reparti-los entre seus credores.

Até o momento foram recuperados US$ 650 milhões, segundo detalhou Picard durante a reunião, na qual informou que até o momento recebeu cerca de 2.350 reivindicações de clientes de Madoff que tinham dinheiro investido com ele no momento de sua detenção que ainda não puderam recuperar.

No entanto, o fideicomisso considera que essa quantidade poderia se duplicar até o próximo dia 2 de julho, data na qual termina o prazo fixado para elaborar uma lista dos credores de Madoff.

Picard disse que sua equipe está investigando junto com as autoridades uma quantidade enorme de documentos, incluindo 7.000 caixas de arquivos encontradas em um imóvel no bairro nova-iorquino do Queens.

Durante a reunião, acrescentou que por enquanto não foram encontradas evidências de que a firma de investimento que Madoff dirigia, e na qual trabalhavam seus filhos e seu irmão, operava de forma independente aos trabalhos de assessoria que realizava o famoso financista a título mais pessoal.

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