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20/02/2009 - Jornal de Negócios Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Banco de Portugal suspeita de falsificação de contas no BPP

Por: Sara Antunes e Helena Garrido

O Banco de Portugal abriu processos de contra-ordenação contra os administradores do Banco Privado Português (BPP) que foram suspensos, segundo apurou o Negócios. Em causa estarão falsificação de contas e um dos crimes que está a ser investigado pelo regulador está relacionado com produtos de retorno absoluto.

O Banco de Portugal abriu processos de contra-ordenação contra os administradores do Banco Privado Português (BPP) que foram suspensos, segundo apurou o Negócios. Em causa estarão falsificação de contas e um dos crimes que está a ser investigado pelo regulador está relacionado com produtos de retorno absoluto.

O Banco de Portugal confirmou esta tarde que suspendeu cinco administradores do BPP, mais uma responsável do banco no Brasil.

O Negócios apurou que o regulador abriu processos de contra-ordenação contra os responsáveis por alegada falsificação de contas. Um dos crimes em investigação está relacionado com produtos de retorno absoluto.

As falsificações de contas não afectam o valor dos títulos. Em causa está a forma como foram contabilizados os produtos de capital garantido. Estes deveriam estar parcialmente incluídos no balanço, o que não acontece.

Os clientes que subscreveram produtos de retorno absoluto,assinaram um contrato de gestão de activos - que pressupunha a existência de risco. Além disso, a instituição deu-lhes garantias de que não perderiam capital. Daí que as potenciais perdas nessas carteiras deveriam estar registadas no balanço do banco como responsabilidades.

Paulo Guichard, Salvador Fezas Vital, Fernando Lima, Vitor Castanheira e Paulo Lopes são os cinco administradores suspensos preventivamente pelo Banco de Portugal.

Guilherme Portela Santos, que já tinha colocado o seu lugar à disposição, é o sexto elemento suspenso. O responsável era administrador do banco no Brasil.

O Negócios apurou ainda que o BPP pode ter de registar perdas dos produtos de capital garantido, um factor que esteve ontem na origem da invasão do banco no Porto por parte de clientes.

A sede do BPP no Porto foi ocupada ontem à tarde por cerca de dezena e meia de depositantes que exigiam o pagamento de juros e do capital que alegadamente se encontram em atraso.

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