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19/02/2009 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presidente suíço diz que sigilo bancário segue intacto


Berna (Suíça), 19 fev (EFE).- O presidente da Suíça, Hans Rudolf Merz, disse hoje que o sigilo bancário continuará intacto no país, apesar do caso UBS, porque "essa é a vontade do Governo" suíço.

Em reunião com correspondentes estrangeiros na Suíça, disse que "o setor bancário não protege os fraudadores", em referência ao caso do UBS, que na quarta-feira decidiu entregar às autoridades dos Estados Unidos os nomes de clientes americanos acusados de fraude fiscal neste país.

O UBS, maior banco da Suíça, aceitou revelar essas identidades e pagar uma multa de US$ 780 milhões ao fisco dos EUA por ter ajudado cerca de 250 titulares de contas a cometer tal crime.

Merz esclareceu, no entanto, que a decisão foi tomada apenas pelo UBS e pela Autoridade Federal de Vigilância de Mercados Financeiros (FINMA), mas contou com o aval do Executivo federal.

Sobre a fraude cometida contra o fisco americano, o presidente - que também é ministro das Finanças - disse que "se trata de casos muito claros" de violação da lei e que inclusive vários deles tinham chegado a seu ministério.

Confirmou o efeito imediato do acordo e que os dados requeridos pela Justiça americana foram entregues na quarta-feira à noite à Embaixada dos EUA em Berna.

Além disso, Merz disse que o UBS não teve outra alternativa que chegar ao acordo com as autoridades de Washington, porque corria o risco de perder sua licença de operação nesse país.

"Existia um perigo para a situação do UBS nos EUA", admitiu, após lembrar que, neste caso, estava em jogo, de alguma maneira, "a estabilidade do sistema financeiro suíço e global".

"Por isso, foi decidido entregar os dados, em benefício da economia nacional", acrescentou.

Sobre a possibilidade de que isso espante a clientela estrangeira dos bancos suíços - por causa de um suposto enfraquecimento do sigilo bancário -, Merz lembrou que a Suíça tem acordos com a União Europeia e outros países.

Em virtude desses entendimentos, o fisco suíço entregou "muito dinheiro aos países de origem" dos clientes com imposto sobre a renda, explicou.

O presidente também pediu que o sistema bancário "atue de acordo com a lei".

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