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19/02/2009 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça aceita denúncia contra 2 por 'golpe da bola' no Rio


O juiz da 11ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Alcides da Fonseca Neto, recebeu na terça-feira a denúncia formulada pelo Ministério Público Estadual contra Milton César Felix Paulino e Alcimar Monteiro Costa. Eles são acusados de enganar várias famílias cobrando delas dinheiro com a falsa promessa de levar jovens jogadores de futebol para clubes da Europa. O crime ficou conhecido como "golpe da bola".

Milton, que se apresentava como empresário, e Alcimar, que se passava por "olheiro", vão responder à ação penal pela prática de seis crimes de estelionato e por formação de quadrilha. De acordo com a denúncia, os dois agiam aliados a outros comparsas ainda não identificados.

Inicialmente, com o fim de obter a confiança das vítimas, os jovens eram colocados para treinar em clubes pequenos aqui no Brasil, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio. Envolvidas com as promessas de um futuro melhor, as vítimas pagavam os valores solicitados pela dupla.

Nos seis casos apresentados pelo Ministério Público, os acusados teriam embolsado um total de R$ 42,4 mil em moeda nacional, além de 550 euros - R$ 1.620. Os valores seriam entregues diretamente a Milton e a Alcimar ou então depositados em contas de terceiros.

Cópia do processo será remetida à chefia de Polícia Civil, para encaminhamento à Delegacia de Defraudações, com o objetivo de prosseguir as investigações, visando a identificar e apurar a responsabilidade de possíveis comparsas. Também serão remetidas cópias ao MP com atribuição junto à Comarca de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, para ciência e adoção de medidas cabíveis dos fatos noticiados por outras seis supostas vítimas.

Ao examinar a denúncia, o juiz Alcides da Fonseca Neto verificou a presença de todas as condições para o exercício regular da ação penal, como indícios mínimos de materialidade, autoria, tipicidade, ilicitude e culpabilidade. Ele determinou que os acusados sejam citados para que respondam, por escrito, no prazo de dez dias, sobre os fatos narrados na acusação.

O juiz, porém, indeferiu o pedido do MP de decretação das prisões preventivas de Milton e Alcimar. Segundo Alcides da Fonseca Neto, ainda que os fatos descritos sejam graves, inexiste prova de que a liberdade dos réus prejudicará a instrução criminal.

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