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18/02/2009 - O Globo Online / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

SEC desconhece paradeiro do bilionário Robert Stanford, acusado de fraude de US$ 8 bilhões


WASHINGTON - A Securities and Exchange Commission (SEC), a comissão de valores dos Estados Unidos, reconheceu, nesta quarta-feira, que desconhece o paradeiro do bilionário texano Robert Allen Stanford, acusado uma fraude de US$ 8 bilhões. A SEC anunciou na terça-feira ter entrado com um processo contra Stanford, cujos escritórios em Houston, no Texas, foram revistados, mas hoje admitiu que não sabe onde se encontra o multimilionário.

Stanford, que no ano passado foi declarada a 605ª pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking da revista Forbes, tem filiais no Panamá, Venezuela, México, Equador, Peru e Colômbia, e possui ainda seis aviões particulares, segundo a imprensa local.

A SEC o acusa de enganar os investidores, a quem vendeu títulos conhecidos como certificados de depósitos, com taxas de juros ''improváveis e não justificadas''. Para iludí-los, o Banco Internacional Stanford, com sede em Antigua, disse ter obtido uma rentabilidade de dois dígitos durante os últimos 15 anos e garantiu às vítimas que seus depósitos estavam seguros, pois investia principalmente em instrumentos financeiros líquidos, o que era falso, de acordo com a SEC.

Quando os investidores se preocuparam após a descoberta da fraude cometida por Bernard Madoff, o Banco de Stanford informou que não tinha nenhum investimento direto ou indireto nos fundos do investidor de Nova York. Na realidade, o Banco Internacional Stanford perdeu cerca de US$ 400 mil na trama arquitetada por Madoff, segundo a SEC.

A pedido da SEC, o juiz Reed O'Connor ordenou que fossem congelados os ativos de Stanford, assim como os do diretor financeiro do Banco Internacional Stanford, James Davis, e da diretora de investimento do Grupo Financeiro Stanford, Laura Pendergest-Holt. A agência governamental também alega que houve fraude em um programa de venda de fundo mútuos, chamado Estratégia de Investimento Stanford, controlado pelo multimilionário, que alcançou um volume de negócio de US$ 1,2 bilhão.

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