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12/02/2009 - Decision Report Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Sem troca de dados entre o setor, não há combate às fraudes

Por: Ceila Santos


Luiz Claudio Rossi, diretor de riscos, compliance e segurança da informação do Banco Indusval, contou durante o debate realizado pela TV Decision sobre Fraudes Eletrônicas, nesta quinta-feira, 12/02, que teve mais de 8 anos de experiência como membro atuante da Febraban e, atualmente, mais distante das discussões sobre segurança digital dentro da entidade, reconhece uma evolução importante: os bancos estão dispostos a conceder informações à polícia.

“No passado, quando um dos primeiros casos sobre fraude eletrônica veio à tona, os bancos ficaram receosos diante da divulgação em massa feita pelos órgãos públicos responsáveis pela punição do crime”, lembra. E conclui diante da parceria feita entre a Polícia Federal e a Caixa Econômica Federal de centralizar os dados de segurança e compartilhá-los entre as instituições em busca do combate ao crime virtual: “parece que essa relação evoluiu”.

O delegado José Mariano de Araujo Filho, da Delegacia de Investigações Criminais, explica que a articulação com a Febraban para que a troca de informações entre bancos e órgãos da Justiça, responsáveis pela investigação dos crimes virtuais, seja viabilizada para acesso de todas instituições acontece há mais de um ano e tem avançado bastante. Mas, por enquanto, não o suficiente para colocar o discurso na prática.

Uma das razões deste desafio ainda é a cultura competitiva do setor financeiro. Prova disso é o caos anunciado por Claudio Prado, CIO do Grupo Santander, em relação à falta de padrão nos processos de segurança. Outro sinal é a busca pela alternativa ideal para conscientizar os clientes sobre a responsabilidade do uso das tecnologias disponíveis pelo setor financeiro, cuja discussão começou há cinco anos, segundo informações de Cesar Augusto Faustino, coordenador da subcomissão de prevenção a fraudes eletrônicas da Febraban.

Por outro lado, a sensação é de que a maioria dos gestores de segurança da informação das instituições financeiras aposta no caminho da colaboração. Detalhe: não só entre bancos. Faustino informa, por exemplo, que a entidade tem subsidiado operações policiais e vem conversando a respeito para ampliar essa responsabilidade institucional. “Eu acredito na repressão. Polícia trabalha muito, mas por brechas da legislação não consegue punir o criminoso e mostrar à sociedade que o crime não compensa”, ressalta coordenador da Febraban.

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