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04/02/2009 - Tribuna do Interior Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PM apreende bando que falsificava agrotóxicos

Por: Clodoaldo Bonete


Após dois meses de investigações visando o combate à falsificação, comercialização ilegal e manuseio indevido de defensivos agrícolas, a Polícia Militar de Mamborê desbaratou parte da quadrilha responsável pelo crime. Três pessoas foram presas na operação, que começou ontem de manhã e terminou no período da tarde, através de mandados de busca e apreensão em uma residência, na comunidade Pensamento.

Foram presos M. R. L. C., 25 anos, que seria o suposto coordenador da quadrilha; M. C., 20 anos, e o proprietário da residência, P. C., 60 anos. Segundo informações do sargento da Polícia Militar de Mamborê, sargento Mario da Silva, a quadrilha é composta por pessoas de diversas cidades da região e também de Mamborê, que serão identificadas no decorrer do inquérito policial.

“Ficou constatado que essa quadrilha adulterava, falsificava e mudava as fórmulas, pois os mesmos têm venda proibida no Brasil. Em seguida eles rotulavam o produto como oriundo de várias empresas que fabricavam o agrotóxico para depois vender aos agricultores”, conta o sargento Mario.

Na residência, os policiais apreenderam 680 adesivos de embalagem do agrotóxico “Guapo”; 300 embalagens de agrotóxico “Flash”, além de outros 62 agrotóxicos “Flash”, pronto para a comercialização. Também encontraram 14 pacotes de 500g ainda sem rótulo; dois pacotes de 500g de agrotóxico da marca “Guapo”; um pacote de 500g de “Tecnomil”; 280 embalagens vazias de agrotóxicos “Priori”; 350 embalagens vazias e ainda alguns produtos que deverão ser periciados para serem identificados. “As investigações continuam e mais pessoas poderão ser detidas se confirmado o envolvimento com o grupo”, relata o sargento.

A polícia investiga ainda a participação de uma gráfica que imprimia os rótulos para a quadrilha. As pessoas detidas foram encaminhadas à delegacia onde foram autuadas, podendo responder por crime ambiental, contrabando ou descaminho e sonegação fiscal.

“A falsificação, além de desrespeitar a legislação brasileira e as regras da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação [FAO], representa riscos para a saúde humana, uma vez que há indícios que a quadrilha utilizava veneno de rato na fabricação dos produtos”.

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