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11/02/2009 - TV Canal 13 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificação do mel de abelha ameaça a apicultura cearense


Nos últimos anos a apicultura cearense cresceu consideravelmente ao ponto do Estado ocupar a posição do terceiro maior exportador nacional com venda superior a 2 milhões de quilos de mel, só em 2004 para o mercado externo, gerando um faturamento de 4 milhões de dólares. No âmbito nordestino o Ceará ocupa a segunda posição, perdendo apenas para o Piauí. A região dos Inhamuns é a principal responsável por este resultado, tendo Parambú e Mombaça como principais municípios produtores. A apicultura cearense produz 3 mil toneladas de mel por ano, 80 por cento vendido no mercado externo como Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica e Espanha. Calcula-se que 7 mil e 500 postos de trabalho são gerados nesse setor. No Ceará são mais de 4 mil produtores trabalhando em 100 mil colméias. Os números são do engenheiro agrônomo e gestor do projeto APIS, José Gadelha.

Mas esta atividade rentável e tão promissora pode está ameaçada pela clandestinidade, alerta o sócio gerente da Apischel Exportadora Apiário Schelske, localizada no Sitio Guaribas em Crato, Egon Harold Schelske. Ele denuncia que existe no mercado uma grande quantidade de mel de abelha falsificado sem que a Vigilância Sanitária tome nenhuma providencia, enquanto as empresas legalizadas, registradas no Ministério da Agricultura e devidamente habilitadas são rigorosamente inspecionadas mensalmente ao ponto de se sentirem perseguidas e sufocadas.

Egon explica que a falsificação do mel de abelha se dá, tanto por parte de algumas empresas como pelo processo artesanal, feito em fundos de quintais a base de muito açúcar e essências. Disse também que essas empresas fantasmas existem em todo o Nordeste brasileiro, inclusive no Ceará onde, em Fortaleza, uma chega até a rotular seus produtos com endereço, numero de telefone e CNPJ, mas tudo falsificado. Até nomes de químicos qualificados essas empresas utilizam para garantir a credibilidade do mel nos mercados consumidores sem que nossas autoridades atentem pra isto, denuncia Egon Harold.

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