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06/02/2009 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe por celular atinge mais idosos e ganaciosos

Chance de ganhar prêmios atrai as vítimas.

Mensagens de celular oferecendo vantagens e promessas são, na grande maioria das vezes, a máscara para golpes. A vergonha faz com que nem todo mundo que foi lesado procure a polícia. Por isso não existe uma estimativa confiável sobre o número de golpes.

Mas, pelos dados existentes, é possível identificar os perfis de pessoas que estão mais sujeitos a sofrerem os golpes. “Idosos, pessoas mais simples e aquelas que ficam iludidas pela chance de obter prêmios e são levados pela ganância”, afirma o delegado Gilberto de Aquino.

Uma mulher de São Carlos que pediu para não ser identificada perdeu mais de R$ 13 mil em um golpe deste tipo. Pelo celular, ela recebeu a mensagem de que teria sido premiada com um carro zero km, para recebê-lo bastava ligar para um número indicado na mensagem. Quando ligou, pediram que ela comprasse cartões de recarga de celular e, a cada contato, as exigências – e os supostos prêmios – aumentavam. Primeiro foi uma casa, depois o prêmio chegou a R$ 500 mil. Em contrapartida ela deveria depositar o dinheiro despesas, como imposto e documentação. “Ele dizia que se eu desistisse perderia os outros prêmios. Eu tinha certeza de que era verdade”, conta.

A polícia alerta que esses golpes são aplicados por presos e qualquer pessoas pode ser enganada. “Quem aplica o golpe é uma pessoa com uma cultura melhor, muito articulada, com facilidade de fazer perguntas e obter da pessoa respostas sem ela perceber”, descreve o major da PM Luis Antonio Fernandes Rosa.

O realismo das histórias pode ter consequências mais graves que prejuízos financeiros. Há dois anos, uma aposentada de Americana teve um infarto quando recebeu uma ligação afirmando que sua filha tinha sido sequestrada. Ela morreu dois dias depois de descobrir o golpe.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que não tem como fiscalizar conteúdo das mensagens e nem de onde elas são enviadas. Em caso de prejuízos, a polícia pode pedir à Justiça a quebra dos sigilos bancário e telefônico dos golpistas, mas o golpista nem sempre é identificado. Uma dica é prestar atenção ao prefixo da ligação. Geralmente os bandidos utilizam o celular e as empresas que fazem contato por telefones 0800.

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