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01/02/2009 - Portal Correio Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes no SUS superam R$ 100 milhões por ano


Irregularidades praticadas contra o Sistema Único de Saúde (SUS) por prefeitos, secretários, médicos e outros profissionais têm comprometido a vida de paraibanos.

De acordo com o procurador regional da República, Fábio George Nóbrega, licitações manipuladas, superfaturamento de preços, pagamentos por serviços não executados, falsificação de notas fiscais e contratação de empresas de parentes dos gestores são problemas corriqueiros. Juntos, eles causam, a cada ano, prejuízos que superam R$ 100 milhões.

O valor ultrapassa o orçamento da Prefeitura de João Pessoa para a área da saúde este ano, que é de R$ 71 milhões. Com os mais de R$ 100 milhões desviados seria possível custear, anualmente, os gastos com saúde de 87 mil paraibanos (população superior ao número de habitantes de 11 cidades que apresentam os piores indicadores na área da saúde, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Pnud) ou investir na saúde dos 8.473 habitantes de Gado Bravo (município que possui a menor expectativa de vida) por mais de dez anos.

O chefe da Controladoria Geral da União (CGU) na Paraíba, Jaci Fernandes Sobrinho, informou que, desde 2003, 60 municípios já participaram do programa de fiscalização a partir de sorteios públicos. Neles, foram encontradas, em média, 18 irregularidades nos programas e ações que recebem verba federal.
Segundo Jaci, as irregularidades encontradas na amostra composta pelos 60 municípios representam, estatisticamente, os problemas existentes em todo o Estado.

“Os recursos da saúde constituem um convite para a corrupção devido à falta de fiscalização local, permanente e intempestiva. Recuperar dinheiro público desviado é extremamente difícil. Às vezes, passam 20 ou 30 anos e não se consegue recuperar o dinheiro desviado”, acrescentou.

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