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29/01/2009 - JC Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dupla presa por venda ilegal de vale-transporte


Dois homens acabaram presos ao vender vale-transporte eletrônico ilegalmente, ontem pela manhã, no Alto Dois Carneiros e no Curado I, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife.

Após denúncias de três empresas de ônibus, cujos nomes não foram revelados, policiais da Delegacia de Repressão ao Estelionato montaram esquema para prender os criminosos. Edson Antônio da Silva, comerciante de 40 anos, e Luciano Félix da Silva, 25, portavam ao todo 25 cartões e R$ 1.050 em dinheiro. Apesar de alegarem que não se conhecem, a polícia suspeita que integrem quadrilha que atua no Grande Recife.

De acordo com a investigação policial, os homens agiam da mesma maneira. Compravam os vales carregados e os revendiam ao valor de R$ 1,25 por passagem, no caso do anel A. A tarifa, reajustada há três dias, custa R$ 1,85. Pela manhã, os estelionatários seguiam para os terminais de ônibus de Alto Dois Carneiros e Curado I para comercializar os cartões. Ficavam com R$ 0,60 e repassavam R$ 0,65 aos donos dos vales.

“O negócio é tão rentável que, somente entre as 5h30 e as 7h30 de hoje (ontem), quando os prendemos, eles já tinham juntado R$ 1.050”, disse o agente da Polícia Civil Felipe Costa, que participou da operação capitaneada pelo delegado Ricardo Pereira Barros.

As empresas de transporte coletivo estimam que o prejuízo diário com a fraude gire em torno de R$ 5 mil. Segundo o agente Felipe Costa, é uma prática comum, porém a Delegacia de Repressão ao Estelionato nunca havia recebido denúncia semelhante. A partir de agora, investigará a existência de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime.

Até o momento a polícia não identificou os donos dos cartões vendidos aos dois homens presos. De posse do material apreendido, os agentes tentarão descobrir de quem se trata. Essas pessoas serão convocadas para depor e só então se saberá qual sua real participação na fraude.

A comercialização do bilhete eletrônico é considerada crime de estelionato, que prevê pena de um a cinco anos de reclusão e multa. Edson Antônio da Silva e Luciano Félix da Silva, conhecido como Gago, foram autuados em flagrante e encaminhados ao Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel), onde aguardarão julgamento.

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