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28/01/2009 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa de eventos é suspeita de dar golpe de R$ 111 mil em clientes

Noivos com casamento marcado descobriram o golpe dias antes da festa. Polícia está à procura do casal dono da empresa que atuava em SP.

O que deveria ser festa virou drama para os clientes de uma empresa de eventos em Moema, na Zona Sul da capital. Noivos e noivas pagaram caro pela festa de casamento, mas acabaram vítimas de um golpe.

Os convites do casamento com data e local já tinham sido distribuídos, mas, às vésperas da cerimônia, a professora Marjory Abuleac teve uma decepção. “O buffet tinha sido lacrado pela Subprefeitura da Vila Mariana. Tinha um muro e ninguém nos avisou, e faltava uma semana para o casamento”, conta. O casal, que já havia pago R$ 25 mil pelo evento, precisou levantar mais dinheiro para organizar outra festa.

A orientadora educacional Cláudia Moura Assumpção foi vítima do mesmo golpe. O contrato para a festa de formatura do colégio onde trabalha estava fechado e pago, mas não foi cumprido. “Ninguém comunicou, ninguém avisou nada, sendo que nós já havíamos pago a festa todinha”, relata.

A empresa Delphos Eventos foi lacrada pela prefeitura no dia 28 de novembro de 2008, depois de funcionar por quatro anos sem alvará. A dona da empresa sumiu sem pagar parte dos funcionários e sem reembolsar os clientes.

A ex-assistente de vendas Neusamary Haraguti ficou encarregada de avisar os clientes para renegociar os contratos, mas a dona da empresa sumiu, não reembolsou os clientes e nem pagou o salário dela. “Foi a destruição de um monte de sonhos, não foi de uma pessoa, foi de família”.

O decorador Edson Borguetti, que trabalhava para a empresa, diz que os cheques passados para os fornecedores voltaram. Ao todo, a dona da empresa passou 46 cheques sem fundo. “Estou em uma situação desagradável. As pessoas estão me ligando, me ameaçando, e eu não tenho nem como acertar”.

Apenas no 96º DP, no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, seis boletins de ocorrência foram registrados. A polícia instaurou inquérito no dia 5 de janeiro para apurar as denúncias, mas ainda está à procura da proprietária da empresa de eventos e do marido e sócio dela no negócio.

Só entre as vítimas que procuraram a polícia, o casal teria dado um calote de R$ 111 mil. Um grupo de vítimas se reuniu com um advogado nesta semana para saber como se defender neste caso.

“Muitas vítimas que têm as festas programadas para o meio do ano em diante, por exemplo, saberão agora do golpe, e, muitas vezes, podem até estar pagando as prestações conforme é costume”, diz o delegado João Batista Araújo.

A produção do SPTV também tentou falar com a dona da empresa, que não foi encontrada. A polícia pretende indiciar a empresária por estelionato. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.

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