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15/01/2009 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Esquema frauda carteiras de gratuidade em ônibus

Crachás de empresas são feitas em boxe em terminal da cidade.

Um esquema de falsificação de carteiras de gratuidade em ônibus no transporte público de Campinas foi flagrado pela equipe de reportagem da EPTV. Podem utilizar a carteirinha de isenção os portadores de necessidades especiais, funcionários de empresas de transporte e carteiros.

O esquema funciona em um boxe montado no Terminal Central, onde circulam 100 mil passageiros por dia. Um dos usuários do sistema falso confirmou à emissora que andou de ônibus gratuitamente, mas sem ter autorização. “Eu andei com a carteirinha e não paguei tarifa nenhuma”, disse ele, que pediu para não ser identificado. O usuário do documento falso disse ainda que ficou sabendo do esquema por um amigo. “Foi só chegar lá e pedir para fazer a carteirinha. E paguei na hora e retirei quatro dias depois”, explicou.

Ao comparar o documento falso com o verdadeiro, é possível ver algumas diferenças. As bordas são diferentes e o logo da empresa menor.

Um produtor da EPTV, com uma câmera escondida, esteve no ponto de confecção das carteiras falsas e com R$ 40 comprou uma carteira falsificada. O homem que o atendeu disse que com o documento falso era possível fazer longas viagens. “Você viaja até para o Paraná sem pagar nada”, disse o responsável pela confecção da carteira.

A equipe da EPTV voltou ao local para ouvir os responsáveis. Com a câmera e o microfone ligados, a informação sobre as carteiras falsas foi outra. Um responsável pela banca disse que eles nunca fizeram uma carteirinha sem autorização das empresas. O rapaz informou que as carteiras feitas lá têm autorização das empresas. Ao ser questionado se tinha alguma autorização para mostrar, afirmou que não tinha.

Depois, uma mulher, que disse ser a dona do local afirmou que o boxe jamais fez algum crachá ou carteirinha, mesmo com vários cartazes espalhados pelo local contrariando a informação dela.

Visivelmente irritada, ela retirou alguns cartazes. Ela também negou o crime.

Pena

A pena de prisão para falsificação de documentos varia de 1 a 6 anos, mais o pagamento de multa. Em relação, à informação de que existiria uma autorização no local das empresas para a emissão de carteiras funcionais, a assessoria de imprensa da Associação das Empresas Permissionárias do Transporte Público de Campinas (Transurc) informou que apenas empresas associadas podem emitir as carteiras funcionais e que esse não é o caso do boxe flagrado pela EPTV.

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