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14/01/2009 - AdNews Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes no internet banking

Por: Jana de Paula


Todos sabemos que ao comprar DVDs ou CDs piratas, contribuímos por nossa própria escolha para uma série de atividades do crime organizado. Também sabemos que o cigarro faz mal a saúde. Os próprios fabricantes dos cigarros nos alertam disso, estampando fotos, nos versos dos maços e pacotes, dos males que ele pode causar.

Muita gente sabe disso e compra produção pirata e cigarros, por sua conta e risco. Numa análise superficial, pode-se dizer que é difícil não responsabilizar o consumidor que adquire estes produtos sabidamente 'criminosos'. Mas, e quando se trata de atividades críticas no internet banking?

O fato é que, hoje em dia, é quase impossível para um consumidor médio não realizar aplicações chamadas críticas de segurança via web. Seja uma compra num site 'seguro', seja uma transferência de fundos para um parente, seja um pagamento de última hora.

Boa parte deste hábito foi proporcionada pelos próprios bancos, que oferecem um leque cada vez maior de serviços via internet, para que o usuário faça a maioria das transações bancárias sem sair de casa ou do escritório.

Também cresce e se sofistica a oferta de softwares de segurança, antivírus, firewalls etc. para que as máquinas dos usuários fiquem cada vez mais seguras. Mas isso parece não ser suficiente, nem mesmo para grandes portais.

Um exemplo é que nos primeiros dias deste ano (5 de janeiro), o big portal Twitter foi invadido por um hacker que violou as contas do novo presidente dos EUA, Barak Obama, e da cantora Britney Spears, segundo reportou a Folha de São Paulo. O ataque se deu através de uma operação muito simples e comum - o pedido de reenvio de senha e login para o e-mail, num site com acesso seguro.

Segundo o Ibope/NetRatings, em abril do ano passado, 18,8 milhões de usuários acessaram serviços de telecomunicações e de internet no país. Dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) indicavam, ainda em abril de 2008, que mais de 220 mil pessoas utilizaram o sistema on-line de negociação de ações (home broker) - 105% a mais que no mesmo mês em 2007. As transações on-line respondiam por 12% do total.

Dados da Federação Brasileira de Bancos, Febraban, divulgados a 3 de dezembro passado dão conta de que, entre janeiro e outubro de 2008, os ataques virtuais ao sistema bancário brasileiro cresceram 20% em comparação com o mesmo período de 2007. Guilhermino Domiciano, da comissão de Fraudes Eletrônicas da Febraban, informa que a média atual de investimentos dos bancos brasileiros em segurança eletrônica é da ordem de R$ 1, 5 bilhão.

É um investimento de vulto, compatível com o faturamento do setor que, de acordo com o Banco Central, foi de R$ 14,4 bilhões, no segundo trimestre do ano passado, ou 2,25% a mais que no trimestre anterior. Segundo fontes do setor, os bancos pagam em média, R$ 500 milhões por ano às vítimas de fraude bancária virtual, clonagem de cartões e golpes em caixas eletrônicos.

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