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06/01/2009 - Diário de Canoas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Maior segurança aumenta o uso do dinheiro de plástico na região

Por: Letícia Rodrigues

Segundo a Abecs, em 2009 o crescimento do uso de cartão nas transações deve continuar.

Novo Hamburgo - Mais controle dos gastos, maior segurança e praticidade são algumas das razões que motivam os consumidores a utilizar cada vez mais cartões de crédito ou débito. É o caso do porteiro Claudio de Souza, 35 anos, de Novo Hamburgo. “Costumo fazer o débito em conta, pois você tem mais controle do que está gastando e o cartão também facilita quando não se tem dinheiro à mão.” Já a dona de casa Aline Silva, 26, prefere o cartão de crédito. “Mas só uso quando posso pagar o preço à vista sem juros, pois o cartão facilita a vida, mas tem que saber usar.’’ Só em 2008, conforme a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), as compras feitas com cartões de crédito e débito de redes e lojas movimentaram R$ 388,7 bilhões, um crescimento de 24% em relação ao ano anterior.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Novo Hamburgo (Sindilojas), Gerson Müller, os números nacionais se refletem no Município. “O cartão já faz parte da vida das pessoas e a tendência é que diminua o uso de dinheiro’’, avalia Müller, que estima um aumento entre 25% e 35% no último ano no uso de cartões no comércio em Novo Hamburgo.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo, Leonardo Silveira, destaca que o uso de dinheiro de plástico cresceu em torno de 30% em 2008 no Município. “O uso de cheque e de carnês vem caindo e o de cartões, aumentando.’’ A gerente de uma loja de vestuário no Centro de Novo Hamburgo, Madalena Scherer, confirma a informação. “Em torno de 60% das vendas são pagas com cartão de crédito ou débito’’, calcula.

Vantangens - Se para os consumidores os cartões facilitam as compras, para os lojistas eles são a garantia de que o débito será pago. “O lojista tem segurança de que irá receber o dinheiro, o que já não acontece quando a compra é via carnê ou cheque’’, explica o presidente da CDL. “O cartão de crédito para o lojista é uma instituição de confiança’’, concorda o presidente do Sindilojas. Müller destaca ainda a facilidade que a modalidade proporciona ao ser preciso cancelar uma compra. “Se a compra foi com cartão de crédito, é mais fácil de desfazer o negócio.’’

Uso de cartões deve seguir crescendo em 2009

A tendência, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), é que em 2009 o crescimento do uso de cartão nas transações comerciais deve continuar. Mesmo com uma possível retração das vendas no comércio, devido à crise mundial, a perspectiva é que o volume financeiro dos cartões aumente.

Os motivos são os mesmos que incrementaram o setor em 2008: a migração para os meios de pagamento eletrônico, a expansão das vendas do comércio e a emissão de plásticos para novos clientes. Caso o Produto Interno Bruto (PIB) do País tenha um crescimento entre 2,5% e 3%, a Abecs projeta que as compras com cartões terão um avanço de 15% a 20%, sendo entre 14% e 18% para o segmento de crédito; 20% e 27% para o de débito, e de 10% a 14% nos plásticos de loja e rede.

O presidente da CDL, Leonardo Silveira, diz que cada vez mais os lojistas estão em busca do público que usa cartão. “Por isso, a maioria dos estabelecimentos já aceita grande parte das bandeiras dos cartões’’, destaca. Para o presidente do Sindilojas de Novo Hamburgo, Gerson Müller, a projeção é que a utilização do dinheiro de plástico cresça cada vez mais. “É uma tendência mundial, pois em qualquer país do mundo pode-se fazer uma transação usando cartão.’’

Em relação ao ano passado, a maior parte do movimento ocorreu com cartões de crédito. As compras nessa modalidade somaram R$ 223,5 bilhões, 22% a mais que o registrado em 2007. Os cartões de débito tiveram avanço de 32%, para R$ 112,3 bilhões.

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