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02/01/2009 - Diário de Pernambuco / O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Italiano é preso em Fortaleza

Por: Landry Pedrosa

CEARÁ. Empresário responde por fraude bancária, receptação, falsificação de documentos e roubo qualificado em pelo menos três países.

Fortaleza - Está preso na Superintendência Regional da Polícia Federal o empresário italiano Gianfranco Berardi, de 52 anos. Ele foi surpreendido por agentes da PF na tarde do último dia 30 em Fortaleza quando se encontrava em sua residência, na Rua Idelfonso Albano, Praia de Iracema. O italiano responde por crimes de fraude bancária, receptação, falsificação de documentos de viagem e roubo qualificado, de acordo com informações da Polícia Federal. Ele é suspeito de operar na Itália, na Austrália e na Dinamarca.

Além dos crimes a que responde na Itália, Berardi também será processado no Brasil por falsidade ideológica - artigo 299 do Código Penal brasileiro, cuja pena prevista é de um a três anos de prisão mais multa. Quando foi preso, ele usava documentos falsos em nome de Oddone Losch.

Foragido da Justiça da Itália, Gianfranco, conforme apurou a Polícia, atuava em roubo e receptação de cheques. O delegado Tomas Wlassak, titular da Delegacia de Imigrantes da Polícia Federal (PF),disse que a polícia italiana há meses vinha monitorando em Fortaleza os telefones usados por Gianfranco, além de transferências de valores para o Brasil, até descobrir que ele teria recebido em Fortaleza, atraves de um brasileiro. O empresário utilizou um cartão de crédito pré-pago do Banco Posta para conseguir transferir os valores. O cartão de crédito, segundo investigações da polícia italiana, teria sido enviado com o nome de Oddone Loschi.

Investidor - Mesmo com identidade falsa, ele havia requerido e adquirido permanência no Brasil por investir mais de US$ 50 mil no país através de uma empresa imobiliária em Fortaleza. O delegado federal disse ainda que outro italiano, de nome Razio Morris, preso pela PF em Fortaleza, em 2006,e recentemente extraditado, foi sócio do empresário suspeito na mesma empresa imobiliária.

A Polícia Federal recebeu uma informação de que o italiano estava organizando uma festa para mais de 100 convidados em um restaurante conhecido.

Ele será julgado no Brasil por uso de documento falso, podendo cumprir pena de até três anos de reclusão e multa. De acordo com o delegado Thomas Wlassak, ele possui mandado de prisão expedido do Supremo Tribunal Federal (STF) . Depois de julgado no Brasil, ele deverá ser extraditado para a Itália, onde possui pena de mais de seis anos a cumprir.

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