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16/12/2008 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe do seqüestro foi aperfeiçoado, diz delegado da Anti-Seqüestro em Santos


SÃO PAULO - O delegado Renato Mazagão Júnior, titular da Delegacia Especializada Anti-Seqüestro (Deas), afirma que os bandidos introduziram inovações no seqüestro virtual depois que a versão original ficou conhecida e eles passaram a ter dificuldade para enganar novas vítimas.

No início, os golpistas ligavam para alguma pessoa e se identificavam como bombeiros ou integrantes de equipes de ambulância. Diziam estar socorrendo um parente dela e perguntavam os seus dados pessoais. De posse das informações transmitidas, os estelionatários anunciavam que, na realidade, seqüestraram o parente da vítima e mandavam que fossem comprados crédiros para celular pré-pago ou depósitos bancários.

Como forma de impedir que os interlocutores telefonassem ao suposto refém para confirmar o sequestro, os golpistas determinavam que a ligação não fosse desligada. Para dar impressão de veracidade, colocavam alguém perto do aparelho gritando frases como "não me bate", "socorro mãe", "façam o que eles pedem, pai".

Agora, os golpistas levantam dados e se passam por funcionários de banco, oferecendo cartões de crédito para a vítima e seus dependentes. Ou ainda se dizem integrantes de equipes de produção de programa de TV e dizem que a vítima foi "premiada".

- O importante é nunca informar por telefone, independentemente do pretexto alegado, os nomes e demais dados solicitados, sejam eles próprios ou de familiares - recomenda Mazagão.

Com as informações, segundo o titular da Deas, os estelionatários agora ligam simultaneamente para dois parentes, por meio de teleconferência de celulares, para um imaginar que o outro está seqüestrado.

Inicialmente, as ligações são feitas individualmente para cada vítima, anunciando o seqüestro. Em seguida, eles colocam uma em contato com a outra por meio de teleconferência, para dar mais realismo ao suposto crime, cortando o telefonema quando percebem que possa ser falado algo inoportuno para o êxito do golpe.

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