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13/12/2008 - O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Inteligência além da polícia

Por: Ana D’Ângelo e Ananda Rope

Procurador ensina, em livro, como proteger a família de fraudes e crimes comuns no dia-a-dia.

Rio - A exemplo do Estado e dos órgãos públicos, que mantêm departamentos de inteligência para a análise de informações estratégicas e técnicas de investigação, cidadãos também podem, e devem, ter seu sistema de inteligência pessoal para identificar comportamentos e ambientes de risco. Quem recomenda é o procurador regional da República no Distrito Federal Guilherme Schelb, mestre em Direito Constitucional e especialista em segurança pública.

O cuidado, segundo Schelb, serve para proteger pessoas honestas que correm o risco de serem envolvidas em processos criminais ou até mesmo complicações menores porque não tiveram o devido cuidado. Outras acabam sendo vítimas de delitos praticados por terceiros pela falta também desses cuidados vitais. “Não espere ser vítima de um crime para agir com prevenção em sua vida”, alerta o procurador, que reuniu as dicas no livro ‘Viver é coisa perigosa – orientações para soluções de conflitos’.

Engana-se quem pensa que a tal inteligência pessoal que recomenda o procurador tenha a ver com espionagem ou vigilância. O que a maioria das pessoas acaba ignorando é um cuidado simples, ensina ele, como o de não revelar detalhes da vida particular. “Quem conhece o seu salário, o extrato de seu cartão de crédito e o lixo de sua casa, sabe tudo sobre você. Seja cuidadoso com suas idéias e sonhos”, orienta o procurador, no livro dedicado a cuidados para prevenir fraudes e crimes comuns no dia-a-dia, principalmente nas grandes cidades.

A contratação de empregados, por exemplo, merece atenção especial. Segundo Schelb, uma das maiores falhas está na deficiência da análise dos antecedentes pessoais de quem vai trabalhar diretamente com as famílias, dentro de casa ou prestando serviços periódicos.

“Para avaliar um candidato a um emprego, você deve obter informações sobre a pessoa, a família, seus relacionamentos. Enfim, seu círculo de influência. Muitas vezes, o risco maior não está na pessoa, mas em seus familiares e amigos”, alerta.

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