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10/12/2008 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ação contra pirataria fecha Shopping 25 de Março

A operação começou na manhã desta quarta-feira (10), em São Paulo.

Uma grande operação contra a pirataria fechou o Shopping 25 de Março, tradicional ponto de comércio popular no Centro de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (10). Os donos das lojas, funcionários e clientes foram obrigados a ficar do lado de fora. Não houve confronto.

Mais de 70 policiais militares, oficiais de Justiça e representantes de nove empresas multinacionais interditaram o local para cumprir quatro mandados de busca e apreensão nas lojas que estivessem vendendo produtos falsificados. No shopping, funcionam mais de 500 estandes de lojistas - metade deles comercializa produtos eletrônicos.

Apesar disso, até o meio-dia, a maioria das apreeensões era de tênis, camisas, bolsas e bonés. O G1 teve acesso aos cinco andares do shopping, onde chaveiros arrombavam as portas para que os oficiais de Justiça recolhessem as mercadorias. Os corredores estavam abarrotados de sacolas lacradas. A ação teve início por volta de 7h e se estenderia ao longo do dia.

De acordo com o advogado Nilton Vieira, as empresas Nike, Adidas, Puma, Reebook, Louis Vuitton, Chanel, Dior, Levis e Everlast conseguiram na Justiça a autorização para que as lojas do shopping fossem vistoriadas. Existia a suspeita de que lá fossem vendidos produtos pirateados dessas grifes, como óculos, roupas, tênis, bonés e relógios. Vieira estimou que seriam necessários sete caminhões para transportar os produtos recolhidos.

De acordo com o advogado, “o crime de falsificação de marca está previsto na lei de propriedade industrial, e, por isso, as multinacionais decidiram entrar com pedido de busca e apreensão no shopping.” A pena para quem for autuado nesse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão.

Por volta de 10h, mais de 50 lojas haviam sido averiguadas. Os produtos falsificados encontrados foram levados para os caminhões e seguiriam para as empresas que tiveram as marcas pirateadas. Geralmente, o material é destruído. A quantidade do que foi apreendido não foi divulgada.

O capitão da PM, Amarildo Garcia, informou que a presença dos policiais era para garantir cumprimento dos mandados de apreensão. “Os donos e funcionários ficaram em frente. Não houve tumulto, nem confusão.”

O G1 procurou os lojistas e o advogado que representa o shopping para comentar o assunto, mas eles se recusaram a falar.

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