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06/10/2006 - Diário Catarinense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cópia de dinheiro leva à prisão

Por: Pablo Gomes


Na operação O Homem que copiava, as polícias Militar, de Campos Novos, e Federal, de Lages, na Serra Catarinense, prenderam, na madrugada de ontem, Júlio César Chaves, 26 anos, que falsificava dinheiro.

Nos últimos meses, em Campos Novos, a polícia registrou casos de notas falsificadas no comércio, mas, nesta semana, o número cresceu.

Na noite de quarta-feira, chegou à PM a informação de que um homem faria a entrega de notas na cidade. Foi montada a operação e preso Júlio César, com R$ 4,8 mil em notas de R$ 10 e R$ 50 adulteradas.

Na casa do acusado, foram encontrados computadores, impressoras e papel semelhante a papel-moeda. As notas eram da mesma série, o que ajudou a caracterizar o crime. Em oito dias, Júlio César reproduziu R$ 8 mil. Ele também vendeu R$ 3,2 mil em notas falsas, mas não recebeu, e informou o nome dos compradores à polícia.

Os policiais acreditavam que ele aplicaria vários golpes durante a Festa de Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 deste mês, que todos os anos atrai milhares de pessoas. Só no ano passado, foram 70 mil, numa cidade onde a população gira em torno de 30 mil.

Na delegacia, Júlio mostrava-se arrependido.

- Sempre trabalhei corretamente, não tenho passagens pela polícia, mas resolvi entrar nessa, pois estou desempregado há um ano. Fui avisado, minha família estava contra, mas não dei ouvidos e continuei. Agora vou ter que ver meus três filhos pequenos na cadeia.

Nome da operação se baseou em filme

Júlio foi autuado em flagrante com base no Código Penal Brasileiro, artigos 289 (falsificação de moeda, pena de três a 12 anos de reclusão) e 291 (posse de moeda falsa, pena de dois a seis anos).

A operação O Homem que copiava, que resultou na prisão de Júlio, levou esse nome em alusão ao filme do diretor Jorge Furtado. Na ficção, um jovem de 28 anos, que operava numa fotocopiadora, reproduziu dinheiro para dar um presente à namorada.

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