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06/10/2006 - Amazônia Jornal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dupla usou cheques roubados


A equipe policial da Seccional do Guamá prendeu, ontem, Manoel Rodrigues Pinto e Madson Moraes de Azevedo, ambos acusados de aplicar golpes com talonário de cheques. Eles foram presos a partir de investigações policiais que já comprovaram o saque indevido de R$ 2,2 mil da conta de um empresário, dono de um porto na rodovia Bernardo Sayão. Ele teve o talonário de cheques furtado de sua empresa e só detectou o golpe quando foi até a agência da Caixa, na avenida Brás de Aguiar, e constatou um saque que ele não havia feito.

De acordo com o diretor da Seccional do Guamá, delegado Miguel Cunha, o golpe necessitou da participação de algum funcionário da empresa da vítima para pegar o talonário de cheques. A polícia ainda não identificou esse empregado, mas revela que ele teria repassado o talão para dois homens identificados como 'Júnior' e 'Sandro'.

Os dois acusados teriam contatado Madson, que, por sua vez, também acionou Manoel. O bando preencheu um cheque no valor de R$ 2,2 mil e falsificou a assinatura do empresário, conseguindo transferir o valor para a conta aberta por Manoel numa agência do Bradesco.

De acordo com a polícia, Manoel abriu a conta no Bradesco, orientado por Madson. Os dois planejavam com isso receber talões de cheques e efetuar diversas compras na cidade, pagando com cheques sem fundo. Mas como Manoel não recebeu nenhum talonário do banco, o bando resolveu aplicar o golpe com o cheque da vítima.

A polícia acredita que o grupo tenha conseguido aplicar o mesmo golpe com outras pessoas ou até mesmo efetuar outros saques da conta do empresário. Mas ainda será feito um levantamento minucioso das movimentações bancárias da conta da vítima para poder confirmar essa hipótese.

Manoel disse que só recebeu R$ 200 como pagamento por sua participação no golpe, versão que não convenceu a polícia, que acredita que a divisão entre o bando tenha tido um saldo maior para cada um. Os presos responderão pelos crimes de formação de quadrilha ou bando, furto, estelionato e falsificação de documento.

A polícia acredita que com o aprofundamento das investigações outros integrantes do bando sejam presos.

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