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20/11/2008 - administradores.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Necessidade de controle interno

Por: Marcos Assi


O controle interno é considerado custo para empresa. Porém, basta identificar alguma fragilidade nos processos e já se aplica a prática a ferro e fogo. Ou então, nem isso. Nas empresas, o fluxo das operações e alguns pontos de verificação dele, como aprovação, relatórios, registros, monitoramento, já caracterizam a ação.

O fato é que todos já praticam controle interno, mas não percebem. Inclusive no dia-a-dia. Seja a simples observação do extrato bancário ou preparo de uma lista de supermercado, onde nela consta o artigo, a quantidade a ser adquirida e, em alguns casos, até o preço pago na última compra. Então, por que temos aversão ao controle?

A necessidade de controle interno somente fica evidente quando ocorre um erro ou até mesmo uma fraude, por questão de relaxamento no processo ou por questão de auto-suficiência e descaso de quem pratica a função de gestão do negócio. Mas quanto vale a imagem de sua empresa quando ocorre uma fraude? Até que valor um engano não afetará o faturamento? Vale à pena vender grandes quantidades e não receber depois? Todos os dias identificamos na mídia ao menos vinte informações de fraudes, estelionatos, desvios de dinheiros e mercadorias e falsificações. Como podemos nos proteger disso?

E, mais uma vez, temos que lembrar as informações que há pelo menos um mês vem aparecendo a respeito da crise global. Muitos ainda se perguntam onde está a tão rígida Lei Sarbanes-Oxley? Governança corporativa existe ou está somente nos livros e normas internas publicadas nas organizações? Todos se perguntam após esta turbulência mundial, como vamos resgatar a confiança nas instituições financeiras e nas grandes corporações?

A adoção de metodologias mais eficazes de políticas internas e processos e, se possível, fortalecer os sistemas de processamento de dados são de suma importância. Controles internos e contábeis são ferramentas de gestão e não de confusão, basta entender qual o apetite de risco do proprietário ou investidor. Afinal, qual o percentual de perda a nossa empresa suporta: 10%, 20%, 30% ou 50%? Vale salientar que, dependendo do problema, a empresa pode até deixar de existir.

O controle interno é importante para a captação e manutenção de clientes, controle de vendas, de compras, de estoque, financeiro, de cobrança, de pagamentos, de impostos (tributário), contábil (balanços), de ativos e derivativos, principalmente este último, de obrigações, dentre outros. Na realidade, tudo isso são os controles do patrimônio da empresa, área onde a sustentação de suas atividades proporciona a manutenção de seus colaboradores e seus respectivos salários e empregos, e dos acionistas da empresa, que espera retorno de seus investimentos.

E mais uma vez perguntamos: vale a pena correr risco?

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