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16/11/2008 - Gazeta de Ribeirão Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasil - Falsos documentos

Dorothy Stang. Comissão Pastoral da Terra denuncia que fazendeiro acusado da morte teria fraudado papéis de lote.

Representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e religiosas da Congregação Notredame, que atuam no município de Anapu, onde foi assassinada a missionária americana Dorothy Stang, apresentaram na última quinta-feria, em Belém (PA), novos documentos sobre o caso.

Segundo eles, os registros podem comprovar que o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão - acusado de ser um dos mandantes do crime-teria utilizado "laranjas" e fraudado documentação de posse do lote onde funciona o Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, que foi criado pela missionária.

De acordo com o agente pastoral da CPT Ronaldo Pantoja, Regivaldo tem fraudado comprovantes de compra e venda desse lote desde 2000.

"Queremos que a Polícia Federal e o Ministério Público investiguem esses documentos. Desde 2000, eles vêm fraudando documentos para fugir da Justiça" , afirmou Pantoja. "Uma hora ele diz que é dono, em outro momento ele nega ser dono" , completou o agente referindo-se ao fato de que Regivaldo alegou à Justiça que não tinha relação com o lote, por isso, não teria interesse na morte de Dorothy.

Já no último dia 28, em reunião realizada entre representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e agricultores, Regivaldo disse, segundo ata do encontro, que é dono do lote e possui documentos que comprovam a titularidade.

Hoje, as religiosas apresentaram novos documentos, descobertos durante a investigação policial, que contradizem as alegações do fazendeiro. Até o momento, o único documento de conhecimento público era de abril de 2004 no qual o fazendeiro Regivaldo repassava os 3 mil hectares por R$ 1,6 milhão para Viltamiro Bastos de Moura, o Bida - também acusado de ser mandante do assassinato da missionária. (Abr)

Advogado nega acusação

O advogado do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, Jânio Siqueira, afirmou que as religiosas da Congregação Notredame estão querendo "criar um fato novo" contra seu cliente.

Ele classificou ainda como "uma fraude" a ata do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na qual consta que Regivaldo se diz dono do lote 55, onde a missionária Dorothy Stang foi assassinada, em 2005. "A ata do Incra é uma fraude e não consta a assinatura do Regivaldo" , afirmou Siqueira à Agência Brasil.

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