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04/10/2006 - Jornal da Paraíba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionárias de escola são acusadas de fraude

Por: Fernando Ivo


Preso em flagrante o estofador Milton Barbosa da Silva, 42 anos, acusado de falsificar declaração da Escola de Ensino Fudamental Dom Helder Câmara, na capital, para emissão de carteiras estudantis. A prisão foi realizada na tarde da última segunda-feira, no bairro do Valentina de Figueiredo, em João Pessoa. A diretora adjunta e uma outra funcionária da escola também são acusadas de envolvimento no esquema. Elas foram ouvidas pela polícia, mas não estão presas.

Segundo Antônio Farias, da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio Público, o acusado foi preso ao ir entregar duas declarações falsas na escola. Farias disse que Milton cobrava o valor de R$ 50 para conseguir o documento usado para a aquisição da carteira estudantil. Em relato à polícia, Milton Barbosa declarou que tinha a colaboração da prestadora de serviços Maria da Penha de Lima Ribeiro, 49 anos, que recebia a quantia de R$ 20 para facilitar a emissão da declaração. Ela negou conhecer o acusado e disse não ter envolvimento com o caso.

Nos documentos apreendidos estava a assinatura da vice-diretora adjunta da escola, Maria do Socorro de Carvalho Braga, que confirmava a participação do aluno dentro do quadro de alunos da instituição. Em depoimento à polícia, ela declarou ter sido enganada pela prestadora de serviços e, por confiança, assinou o documento. No entanto, ela afirmou não ter conhecimento da fraude. “As duas mulheres (Maria da Penha e Maria do Socorro) vão responder judicialmente em liberdade pela acusação de falsificação de documento público. No entanto, Milton Barbosa, preso em flagrante, já foi encaminhado para um dos presídios de João Pessoa”, esclareceu Farias. O acusado foi enquadrado no artigo 297, do Código Penal Brasileiro que diz respeito ao crime de falsificação de documentos e prevê pena de dois a seis anos.

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