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11/11/2008 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Imagens mostram como funciona fraude em GNV de postos de SP

Comgás desenvolveu medidores anti-fraude.Fiscais fotografaram mecanismo usado para desvios.

Os donos de postos de combustíveis que estão furtando gás da distribuidora, em São Paulo, vão ter mais trabalho a partir desta terça-feira (11). Até sirene anti-fraude foi instalada para afastar os golpistas.

Fotos mostram fraudes nos medidores: golpes aplicados por donos de postos para receber gás de graça. O esquema funciona da seguinte maneira. Um pino impede que o contador gire enquanto o gás passa. Rodas dentadas fazem o relógio andar mais devagar com o mesmo volume de gás. Engrenagens soltas permitem o controle manual do medidor, ajustado para mostrar sempre menos.

Contra a esperteza dos golpistas, a companhia distribuidora, Comgás, desenvolveu medidores especiais. Eles começaram a ser instalados nesta terça-feira (11) e vão ficar dentro de caixas à prova de balas.

A caixa blindada tem sensores eletrônicos de segurança. Se for violada, um alarme toca na sala de controle da Comgás. Um segundo sinal será emitido se alguém tentar mexer no medidor. A empresa que distribui o gás arca com todo o custo de instalação. Por contrato, o posto é obrigado a aceitar o equipamento, sob risco de ter o fornecimento do gás totalmente cortado.

A iniciativa é para conter a onda de fraudes que tem afetado a distribuidora, vitima de furto, o estado, que deixa de recolher impostos e comerciantes, prejudicados pela concorrência desleal.

Em um posto na Zona Sul de São Paulo, fiscais da Comgás fotografaram a ousadia e a imprudência: uma ligação clandestina desviava o gás antes do aparelho de medição. “Quando vinha a Comgás eles provavelmente fechavam esse desvio e o gás passava pelo medidor”.

O golpe, segundo o gerente, foi planejado por um dos sócios, sem o conhecimento do outro. O dono que não concordava denunciou a tramóia dentro do próprio negócio. “Se tivéssemos dois sócios desonestos eu acredito que dificilmente a Comgás descobriria o que estava acontecendo”, disse Afonso Sciacotta, gerente do posto .

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