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05/11/2008 - Yahoo Notícias / Magnet Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Especialistas alertam para aluguel de redes zumbis

Por: Rodrigo Martin de Macedo


Está cada vez mais fácil a ação de cibercriminosos online. Agora, um relatório da firma de segurança RSA aponta uma nova tendência que permite a contratação de redes botnets por preços tão baixos quanto US$ 299 por mês.

Segundo o site ZDNet, o modelo parece se inspirar no conceito de computação em nuvem e permite a qualquer usuário contratar o serviço para - por exemplo - spam ou roubo de credenciais bancárias.

O assunto foi levantado por Uri Rivner, especialista responsável pelo setor de novas tecnologias na RSA, durante a RSA Conference Europe 2008, que aconteceu em Londres no fim de outubro. A organização dos cibercriminosos é tanta que mediante mensalidade o serviço oferece atualizações e correções constantes.

Redes botnets podem ser utilizadas para diversos fins, desde infectar outros usuários com malware até dirigir ataques de sobrecarga de servidores (DoS) para derrubar redes corporativas. Uma rede botnet é composta por computadores de usuários domésticos e empresariais infectados com um determinado tipo de vírus, semelhante a um trojan. Uma vez infectadas, as máquinas (normalmente em número superior a dezenas ou mesmo centenas de milhares) podem ser controladas à distância por uma única pessoa. Normamente, o proprietário do PC infectado nem percebe que seu computador é um zumbi e faz parte de uma botnet, já que este continua funcionando normalmente sem nenhuma diferença aparente. Uma parcela significativa dos computadores da internet (o que inclui boa parte dos leitores desta nota) estão infectados ou vulneráveis à infecção.

Apesar de elevar a sensação de segurança entre os fraudadores, o uso de um serviço terceirizado não está livre de riscos. Recentemente foi descoberto que as próprias ferramentas hackers possuíam brechas que permitiam que seus criadores monitorassem a ação dos clientes criminosos, noticiou o site The Register, numa versão digital do dito popular "ladrão que rouba ladrão".

Contudo, por estar acessível a qualquer interessado, este tipo de serviço pode elevar o número de fraudes online, transformando qualquer cidadão de qualquer país em um potencial cibercriminoso. A venda de vírus, por exemplo, não é nova e tem foco em diversos níveis de usuário. Um trojan sofisticado pode ser encontrado por US$ 1.000, enquanto outro mais comum é vendido na internet por US$ 350.

Rivner explicou ainda que hoje o mercado se divide entre hackers (modernamente chamados de "crackers") que criam o malware para o roubo de dados, e os cibercriminosos que usam o aplicativo, roubam os dados e desviam o dinheiro. Os cibercriminosos também fariam uso de "laranjas", recrutados para receptar o dinheiro sujo em suas contas e repassá-los de forma legal.

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